{"id":47691,"date":"2025-11-11T09:00:00","date_gmt":"2025-11-11T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/?p=47691"},"modified":"2025-11-11T11:10:02","modified_gmt":"2025-11-11T14:10:02","slug":"inflacao-em-outubro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/economia-e-negocios\/inflacao-em-outubro\/","title":{"rendered":"Infla\u00e7\u00e3o em outubro recua para 0,09% com queda na energia"},"content":{"rendered":"<div class=\"tts_content_wrapper_1\" ><h3>Em outubro, a infla\u00e7\u00e3o caiu para 0,09%, impulsionada pela redu\u00e7\u00e3o de 2,39% na energia el\u00e9trica residencial. Goi\u00e2nia teve a maior varia\u00e7\u00e3o com 0,96%, enquanto S\u00e3o Lu\u00eds e Belo Horizonte apresentaram as menores varia\u00e7\u00f5es, ambas em -0,15%.<\/h3>\n<p>A infla\u00e7\u00e3o em outubro\u00a0apresentou um recuo significativo, atingindo 0,09%, o menor \u00edndice para o m\u00eas desde 1998. Esse resultado foi fortemente influenciado pela queda de 2,39% na energia el\u00e9trica residencial, conforme divulgado pelo IBGE.<\/p>\n<h2>Queda na energia el\u00e9trica impulsiona recuo<\/h2>\n<p>A <strong>energia el\u00e9trica residencial<\/strong> desempenhou um papel crucial na queda do \u00edndice de infla\u00e7\u00e3o em outubro, registrando uma redu\u00e7\u00e3o de 2,39%.<\/p>\n<p>Essa diminui\u00e7\u00e3o foi a principal influ\u00eancia negativa no \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA) do m\u00eas, contribuindo com -0,10 ponto percentual no resultado geral.<\/p>\n<p>O principal fator para essa redu\u00e7\u00e3o foi a mudan\u00e7a na <em>bandeira tarif\u00e1ria<\/em>. Em setembro, estava vigente a bandeira tarif\u00e1ria vermelha patamar 2, com uma cobran\u00e7a adicional de R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos.<\/p>\n<p>Em outubro, a bandeira foi alterada para o patamar 1, reduzindo a cobran\u00e7a extra para R$ 4,46, o que refletiu diretamente na conta de luz dos consumidores.<\/p>\n<p>Essa mudan\u00e7a tarif\u00e1ria n\u00e3o apenas aliviou o bolso do consumidor, mas tamb\u00e9m ajudou a conter a infla\u00e7\u00e3o, que acumulou alta de 3,73% no ano at\u00e9 outubro e 4,68% nos \u00faltimos 12 meses.<\/p>\n<p>A influ\u00eancia da energia el\u00e9trica foi destacada por Fernando Gon\u00e7alves, gerente do IPCA, que explicou que, sem considerar os grupos de alimentos e energia el\u00e9trica, o \u00edndice de outubro seria de 0,25%.<\/p>\n<h2>Varia\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os por regi\u00e3o<\/h2>\n<p>A an\u00e1lise regional dos \u00edndices de infla\u00e7\u00e3o em outubro revela varia\u00e7\u00f5es significativas entre as diferentes localidades do Brasil. A maior varia\u00e7\u00e3o foi registrada em Goi\u00e2nia, com um aumento de 0,96%.<\/p>\n<p>Esse aumento foi impulsionado principalmente pela alta de 6,08% na energia el\u00e9trica residencial e de 4,78% na gasolina, fatores que exerceram forte press\u00e3o no \u00edndice da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em contraste, a menor varia\u00e7\u00e3o foi observada em S\u00e3o Lu\u00eds e Belo Horizonte, ambas com quedas significativas. S\u00e3o Lu\u00eds registrou uma varia\u00e7\u00e3o de -0,15%, influenciada pela redu\u00e7\u00e3o de 3,49% no pre\u00e7o do arroz e de 1,24% na gasolina.<\/p>\n<p>Em Belo Horizonte, a varia\u00e7\u00e3o foi de -0,15%, destacando-se a queda de 3,97% na gasolina e de 2,71% na energia el\u00e9trica residencial.<\/p>\n<p>Essas varia\u00e7\u00f5es regionais refletem as diferen\u00e7as nas condi\u00e7\u00f5es de mercado e nos custos de insumos em cada localidade, al\u00e9m de fatores espec\u00edficos como mudan\u00e7as nas tarifas de energia e flutua\u00e7\u00f5es nos pre\u00e7os dos combust\u00edveis.<\/p>\n<p>A diversidade dos resultados regionais demonstra a complexidade do cen\u00e1rio inflacion\u00e1rio no Brasil, onde fatores locais podem ter um impacto significativo nos \u00edndices de pre\u00e7os ao consumidor.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Infla\u00e7\u00e3o outubro recua para 0,09% influenciada pela queda de 2,39% na energia el\u00e9trica residencial.<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":47694,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-47691","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-economia-e-negocios"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47691","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=47691"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47691\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":47695,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/47691\/revisions\/47695"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47694"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=47691"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=47691"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=47691"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}