{"id":50082,"date":"2025-12-10T12:30:00","date_gmt":"2025-12-10T15:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/?p=50082"},"modified":"2025-12-10T15:21:55","modified_gmt":"2025-12-10T18:21:55","slug":"precos-da-construcao-em-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/industria-e-tendencias\/precos-da-construcao-em-novembro\/","title":{"rendered":"Pre\u00e7os da constru\u00e7\u00e3o sobem 0,25% em novembro"},"content":{"rendered":"<div class=\"tts_content_wrapper_1\" ><h3>Em novembro, os pre\u00e7os da constru\u00e7\u00e3o tiveram uma varia\u00e7\u00e3o de 0,25%, sendo o segundo menor resultado do ano. As regi\u00f5es Sul e Sudeste registraram a maior varia\u00e7\u00e3o regional de 0,34%, influenciadas por acordos coletivos e press\u00f5es sobre os custos de materiais e m\u00e3o de obra.<\/h3>\n<p>O <strong>\u00cdndice Nacional da Constru\u00e7\u00e3o Civil (SINAPI)<\/strong> apresentou uma varia\u00e7\u00e3o de 0,25% em novembro, marcando o segundo menor resultado do ano, de acordo com o IBGE. Esta leve alta reflete mudan\u00e7as nos custos de materiais e m\u00e3o de obra, impactando diretamente o setor da constru\u00e7\u00e3o civil. Avaliamos as implica\u00e7\u00f5es regionais e as tend\u00eancias futuras.<\/p>\n<h2>Varia\u00e7\u00e3o do SINAPI em Novembro<\/h2>\n<p>O <strong>\u00cdndice Nacional da Constru\u00e7\u00e3o Civil (SINAPI)<\/strong> apresentou uma varia\u00e7\u00e3o de 0,25% em novembro, conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Este resultado representa uma ligeira queda em compara\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, quando o \u00edndice foi de 0,27%.<\/p>\n<p>Em um contexto anual, novembro registrou a segunda menor taxa do ano, superando apenas fevereiro, que teve uma varia\u00e7\u00e3o de 0,23%.<\/p>\n<p>O acumulado dos \u00faltimos 12 meses ficou em 5,31%, mostrando um leve aumento em rela\u00e7\u00e3o aos 5,30% registrados nos doze meses anteriores. No mesmo m\u00eas do ano passado, o \u00edndice foi de 0,24%, indicando uma estabilidade relativa nos pre\u00e7os ao longo do per\u00edodo.<\/p>\n<p>O custo nacional da constru\u00e7\u00e3o por metro quadrado subiu de R$ 1.877,29 em outubro para R$ 1.882,06 em novembro. Deste valor, R$ 1.075,50 s\u00e3o referentes aos materiais e R$ 806,56 \u00e0 m\u00e3o de obra.<\/p>\n<p>A varia\u00e7\u00e3o na parcela dos materiais foi de 0,38%, um aumento de 0,07 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o a outubro, enquanto a m\u00e3o de obra registrou a menor taxa do ano, com uma varia\u00e7\u00e3o de apenas 0,09%.<\/p>\n<h2>An\u00e1lise regional e impacto nos custos<\/h2>\n<p>Em novembro, as regi\u00f5es Sul e Sudeste se destacaram com a maior varia\u00e7\u00e3o regional do \u00cdndice Nacional da Constru\u00e7\u00e3o Civil (SINAPI), apresentando um aumento de 0,34%. Essa alta foi impulsionada pela eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os em todos os estados dessas regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Por outro lado, as demais regi\u00f5es do Brasil registraram varia\u00e7\u00f5es menores: o Norte com 0,17%, o Nordeste com 0,16%, e o Centro-Oeste com 0,14%.<\/p>\n<p>O estado de Roraima liderou o ranking de varia\u00e7\u00e3o estadual, com um aumento de 1,74%, resultado de um acordo coletivo firmado nas categorias profissionais locais.<\/p>\n<p>Este aumento significativo em Roraima destaca como acordos trabalhistas podem impactar diretamente os custos da constru\u00e7\u00e3o em n\u00edvel estadual.<\/p>\n<p>Essas varia\u00e7\u00f5es regionais refletem a diversidade econ\u00f4mica e as condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de cada \u00e1rea, influenciando tanto o custo dos materiais quanto o da m\u00e3o de obra.<\/p>\n<p>Enquanto algumas regi\u00f5es enfrentam press\u00f5es inflacion\u00e1rias mais intensas, outras conseguem manter os custos mais est\u00e1veis, dependendo dos acordos locais e da oferta de insumos.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pre\u00e7os da constru\u00e7\u00e3o variam 0,25% em novembro, segundo menor resultado do ano, segundo IBGE.<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":50081,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-50082","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-industria-e-tendencias"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50082","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=50082"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50082\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":50129,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/50082\/revisions\/50129"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/50081"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=50082"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=50082"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=50082"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}