{"id":60080,"date":"2026-09-19T09:30:00","date_gmt":"2026-09-19T12:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/?p=60080"},"modified":"2026-09-16T16:15:02","modified_gmt":"2026-09-16T19:15:02","slug":"pecuaria-brasileira-2-trimestre-de-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/industria-e-tendencias\/pecuaria-brasileira-2-trimestre-de-2026\/","title":{"rendered":"Pecu\u00e1ria brasileira amplia abates e alcan\u00e7a novas m\u00e1ximas no 2\u00b0 trimestre"},"content":{"rendered":"<div class=\"tts_content_wrapper_1\" >\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Dados do IBGE mostram avan\u00e7o anual nas tr\u00eas principais cadeias de prote\u00edna animal, enquanto leite, couro e ovos apresentam trajet\u00f3rias diferentes no per\u00edodo<\/h3>\n\n\n\n<p>A pecu\u00e1ria brasileira encerrou o segundo trimestre de 2026 com expans\u00e3o simult\u00e2nea no abate das tr\u00eas principais esp\u00e9cies acompanhadas pelo IBGE. Bovinos, su\u00ednos e frangos superaram os volumes registrados no mesmo per\u00edodo de 2025 e estabeleceram novos m\u00e1ximos para um segundo trimestre, embora o desempenho frente aos primeiros tr\u00eas meses do ano tenha variado entre as cadeias.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tr\u00eas prote\u00ednas alcan\u00e7am novos m\u00e1ximos<\/h2>\n\n\n\n<p>A avicultura apresentou o maior volume absoluto entre as atividades pesquisadas, com 1,69 bilh\u00e3o de frangos destinados ao abate entre abril e junho. <\/p>\n\n\n\n<p>O total ficou 2,8% acima do registrado um ano antes, apesar da redu\u00e7\u00e3o de 1,2% na compara\u00e7\u00e3o com o primeiro trimestre de 2026.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos frigor\u00edficos de su\u00ednos, o movimento ocorreu em ambas as bases de compara\u00e7\u00e3o, com 15,70 milh\u00f5es de animais abatidos durante o per\u00edodo. <\/p>\n\n\n\n<p>A quantidade representa crescimento de 4,0% sobre o segundo trimestre de 2025 e acr\u00e9scimo de 2,6% diante dos tr\u00eas primeiros meses deste ano.<\/p>\n\n\n\n<p>O mercado bovino tamb\u00e9m avan\u00e7ou, com 10,72 milh\u00f5es de cabe\u00e7as abatidas no trimestre, volume 1,3% superior ao observado no mesmo intervalo de 2025. <\/p>\n\n\n\n<p>Frente ao primeiro trimestre de 2026, a expans\u00e3o chegou a 4,0%, resultado que refor\u00e7ou o n\u00edvel elevado de atividade dos frigor\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tr\u00eas n\u00fameros representam os maiores volumes j\u00e1 apurados pelo IBGE para um segundo trimestre em suas respectivas cadeias. <\/p>\n\n\n\n<p>A combina\u00e7\u00e3o indica que a oferta de prote\u00ednas permaneceu elevada mesmo com diferen\u00e7as importantes no comportamento de cada segmento ao longo do ano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Estados mant\u00eam forte especializa\u00e7\u00e3o produtiva<\/h2>\n\n\n\n<p>A distribui\u00e7\u00e3o regional dos abates mostra uma concentra\u00e7\u00e3o diferente para cada prote\u00edna, reflexo da estrutura produtiva consolidada em determinadas partes do pa\u00eds. <\/p>\n\n\n\n<p>No segmento bovino, Mato Grosso respondeu por 16,9% do total nacional e permaneceu \u00e0 frente de S\u00e3o Paulo e Goi\u00e1s.<\/p>\n\n\n\n<p>A suinocultura apresentou maior presen\u00e7a dos estados do Sul, com Santa Catarina na primeira posi\u00e7\u00e3o, seguida por Paran\u00e1 e Rio Grande do Sul. Na avicultura, o Paran\u00e1 concentrou sozinho 35% dos frangos abatidos no pa\u00eds durante o segundo trimestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa especializa\u00e7\u00e3o regional amplia a import\u00e2ncia das cadeias de prote\u00edna animal para economias estaduais ligadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, frigor\u00edficos, transporte e exporta\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n\n<p>Oscila\u00e7\u00f5es nesses mercados, portanto, costumam produzir efeitos que ultrapassam a atividade prim\u00e1ria e alcan\u00e7am diferentes elos industriais e log\u00edsticos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ovos crescem enquanto leite recua no trimestre<\/h2>\n\n\n\n<p>Fora do abate de animais, a produ\u00e7\u00e3o de ovos apresentou avan\u00e7o nas duas compara\u00e7\u00f5es consideradas pelo levantamento, com 1,25 bilh\u00e3o de d\u00fazias no segundo trimestre. O volume cresceu 2,0% frente aos primeiros tr\u00eas meses de 2026 e ficou 0,8% acima do resultado de um ano antes.<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o Paulo permaneceu como principal produtor nacional, respons\u00e1vel por 24,7% do total, seguido por Minas Gerais, Paran\u00e1 e Esp\u00edrito Santo. <\/p>\n\n\n\n<p>A lideran\u00e7a paulista mostra a relev\u00e2ncia do estado em uma atividade que possui din\u00e2mica regional diferente daquela observada nas cadeias de carnes.<\/p>\n\n\n\n<p>No mercado de leite, os estabelecimentos pesquisados adquiriram 6,61 bilh\u00f5es de litros de mat\u00e9ria-prima durante o per\u00edodo, com crescimento anual de 1,0%. A compara\u00e7\u00e3o trimestral apresentou dire\u00e7\u00e3o oposta, com redu\u00e7\u00e3o de 2,5% diante do volume captado entre janeiro e mar\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Os curtumes, por sua vez, receberam 10,96 milh\u00f5es de pe\u00e7as de couro bovino para processamento, quantidade 1,9% superior tanto na compara\u00e7\u00e3o anual quanto na trimestral. <\/p>\n\n\n\n<p>Goi\u00e1s ocupou a primeira posi\u00e7\u00e3o nessa atividade, seguido por Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados com forte participa\u00e7\u00e3o na cadeia pecu\u00e1ria nacional.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados do IBGE mostram avan\u00e7o anual nas tr\u00eas principais cadeias de prote\u00edna animal, enquanto leite, couro e ovos apresentam trajet\u00f3rias diferentes no per\u00edodo A pecu\u00e1ria brasileira encerrou o segundo trimestre de 2026 com expans\u00e3o simult\u00e2nea no abate das tr\u00eas principais esp\u00e9cies acompanhadas pelo IBGE. Bovinos, su\u00ednos e frangos superaram os volumes registrados no mesmo per\u00edodo &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":60083,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-60080","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-industria-e-tendencias"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60080","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=60080"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60080\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":60084,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/60080\/revisions\/60084"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media\/60083"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=60080"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=60080"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=60080"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}