{"id":60763,"date":"2026-10-16T11:00:00","date_gmt":"2026-10-16T14:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/?p=60763"},"modified":"2026-10-16T11:21:44","modified_gmt":"2026-10-16T14:21:44","slug":"pessoas-com-deficiencia-recebem-menos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.solucoesindustriais.com.br\/news\/educacao-e-carreiras\/pessoas-com-deficiencia-recebem-menos\/","title":{"rendered":"Pessoas com defici\u00eancia recebem cerca de 30% menos no Brasil"},"content":{"rendered":"<div class=\"tts_content_wrapper_1\" >\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O Brasil re\u00fane 14,4 milh\u00f5es de pessoas com defici\u00eancia, parcela da popula\u00e7\u00e3o que ainda encontra diferen\u00e7as relevantes de remunera\u00e7\u00e3o e inser\u00e7\u00e3o profissional.<\/h3>\n\n\n\n<p>Pessoas com defici\u00eancia receberam cerca de 30% menos do que trabalhadores sem defici\u00eancia, diferen\u00e7a que exp\u00f5e uma desigualdade relevante na remunera\u00e7\u00e3o profissional brasileira. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) referentes a 2022 mostram que essa disparidade salarial aparece ao lado de uma participa\u00e7\u00e3o significativamente menor desse grupo no mercado de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Renda m\u00e9dia ficou em R$ 2.053<\/h2>\n\n\n\n<p>O rendimento m\u00e9dio mensal das pessoas com defici\u00eancia alcan\u00e7ou R$ 2.053 em 2022, valor equivalente a aproximadamente 71% daquele recebido pelos trabalhadores sem defici\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>No mesmo per\u00edodo, pessoas sem defici\u00eancia tiveram remunera\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de R$ 2.890, diferen\u00e7a de R$ 837 em rela\u00e7\u00e3o ao outro grupo analisado pelo instituto.<\/p>\n\n\n\n<p>Os n\u00fameros integram o informativo Pessoas com defici\u00eancia e as desigualdades sociais no Brasil, elaborado pelo IBGE para retratar diferentes dimens\u00f5es das condi\u00e7\u00f5es dessa popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A diferen\u00e7a salarial ganha relev\u00e2ncia para a trajet\u00f3ria profissional porque mostra que a desigualdade permanece mesmo entre as pessoas com defici\u00eancia que conseguiram ingressar no mercado de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Acesso ao emprego tamb\u00e9m apresenta diferen\u00e7a<\/h2>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da remunera\u00e7\u00e3o menor, a presen\u00e7a das pessoas com defici\u00eancia entre os trabalhadores ocupados permanece bastante distante daquela registrada entre brasileiros sem defici\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o desse grupo ficou em 29%, enquanto o indicador alcan\u00e7ou 55,8% entre as pessoas que n\u00e3o possu\u00edam defici\u00eancia no per\u00edodo analisado.<\/p>\n\n\n\n<p>A compara\u00e7\u00e3o mostra que a desigualdade profissional aparece em duas etapas distintas, pois alcan\u00e7a tanto o acesso ao trabalho quanto a remunera\u00e7\u00e3o obtida ap\u00f3s a contrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse cen\u00e1rio possui alcance significativo no pa\u00eds, que re\u00fane 14,4 milh\u00f5es de pessoas com defici\u00eancia, popula\u00e7\u00e3o equivalente a 7,3% dos brasileiros.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil re\u00fane 14,4 milh\u00f5es de pessoas com defici\u00eancia, parcela da popula\u00e7\u00e3o que ainda encontra diferen\u00e7as relevantes de remunera\u00e7\u00e3o e inser\u00e7\u00e3o profissional. 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