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Bucha estriada

Bucha estriada é o elemento de máquina com perfil dentado interno que acopla um eixo entalhado ao cubo de uma polia, engrenagem, acoplamento ou flange, transmitindo torque por contato distribuído em vários flancos em vez de um único ponto de apoio. O perfil pode ser evolvente, normalizado pela DIN 5480, ou de flanco reto, conforme DIN 5482, ISO 14 ou SAE J498, e é essa escolha de norma matriz que determina módulo, ângulo de pressão, número de dentes e diâmetros de referência da peça.

A especificação de uma bucha estriada gira em torno de cinco variáveis: o perfil e a norma, o número de dentes combinado ao módulo (ou ao passo diametral), o tipo de centragem — por flancos, pelo diâmetro maior ou pelo diâmetro menor —, a classe de ajuste, que define se o encaixe é deslizante sob carga ou praticamente fixo, e o comprimento útil de engate, que responde diretamente pela pressão de contato nos flancos. Material e tratamento térmico entram como sexta variável: aços como o SAE 8620 cementado e o SAE 4140 temperado e revenido cobrem a maior parte das aplicações de transmissão, com dureza de flanco na faixa de 58 a 62 HRC quando há cementação. As tolerâncias dos diâmetros de centragem e dos assentos seguem o sistema da ABNT NBR ISO 286-1.

Do lado operacional, o risco não está no componente parado, mas no conjunto em rotação: uma bucha estriada com folga excessiva ou comprimento de engate insuficiente falha por desgaste progressivo dos flancos e pode liberar o cubo em serviço, razão pela qual toda transmissão por estriado deve operar com proteção conforme a NR-12 e ter a substituição especificada por profissional habilitado, com ART, sempre que houver mudança de perfil, material ou classe de ajuste em relação ao original. Em estriados deslizantes sob carga alternada — caso típico de eixo cardan e tomada de potência —, o modo de falha dominante é o fretting, o desgaste por micromovimento entre flancos, que exige lubrificação adequada e, em muitos casos, fosfatização ou revestimento sólido para ser contido.

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Bucha estriada

Aviso de segurança. Bucha estriada é componente de transmissão de torque: falha em serviço pode projetar peças e expor o operador a zona de risco. O conjunto rotativo precisa de proteção fixa ou móvel intertravada conforme a NR-12, e a substituição de estriados em eixos cardan, tomadas de potência e redutores deve ser especificada e liberada por profissional habilitado com ART, especialmente quando há alteração de material, perfil ou classe de ajuste em relação ao componente original.

O que é uma bucha estriada e onde ela é aplicada

A bucha estriada resolve um problema específico da transmissão mecânica: distribuir o torque por muitos flancos em vez de concentrá-lo em um único elemento. Enquanto uma chaveta paralela transmite esforço por duas faces, um estriado com 20 a 40 dentes reparte a carga ao longo de todo o perímetro, o que permite reduzir diâmetro de eixo para o mesmo torque e, em muitos casos, manter o cubo deslizando axialmente sob carga. Por isso o perfil estriado é o padrão em transmissões que exigem variação de comprimento em serviço, como o conjunto telescópico de um eixo cardan, e em cubos que precisam ser montados e desmontados com frequência sem folga angular.

  • Eixos cardan e juntas deslizantes de veículos, implementos e acionamentos industriais.
  • Tomada de potência agrícola nos padrões de 6 e 21 estrias, para operação a 540 e 1000 rpm.
  • Acoplamento de bombas e motores hidráulicos, em geral com perfil de flanco reto SAE.
  • Cubos de engrenagem, polia e disco de embreagem em caixas de transmissão e redutores.
  • Ferramental e cabeçotes de máquinas-ferramenta que exigem troca rápida sem perda de concentricidade.

Como escolher o perfil: DIN 5480, DIN 5482, ISO 14 ou SAE

Errar a norma do perfil é o engano mais caro da compra, porque uma bucha com o mesmo diâmetro nominal e o mesmo número de dentes pode simplesmente não encaixar se o padrão do flanco for outro. O perfil evolvente da DIN 5480 distribui melhor a tensão na raiz do dente e é a escolha padrão para torque elevado e cargas alternadas em máquinas de projeto europeu; os perfis de flanco reto — DIN 5482, ISO 14 e SAE J498 — são mais simples de produzir e predominam em circuitos hidráulicos, implementos agrícolas e reposição de máquinas importadas. Antes de cotar, identifique se o eixo tem dente com flanco curvo (evolvente) ou reto e confirme a norma no desenho da máquina; na dúvida, envie a peça de referência.

Perfil / normaGeometria do flancoCentragem usualAplicação típicaQuando escolher
DIN 5480Evolvente, ângulo de pressão 30°Por flancosRedutores, acoplamentos, transmissão industrial pesadaTorque alto, carga alternada, necessidade de autocentragem
DIN 5482Flanco retoDiâmetro menor ou flancosHidráulica móvel, implementos agrícolas, reposição europeiaReposição de máquina que já usa o padrão; perfil de fabricação mais simples
ISO 14Flanco reto, série métricaDiâmetro menorEquipamentos europeus e asiáticos, acionamentos leves e médiosProjeto novo métrico com carga moderada e engate deslizante
SAE J498Flanco reto, série polegadaDiâmetro maior ou menorBombas e motores hidráulicos, máquinas norte-americanasReposição de equipamento importado dos EUA com cotas em polegada
Estriado especial / sob desenhoConforme desenho do clienteDefinida em projetoMáquinas dedicadas, protótipos, equipamentos sem peça de reposiçãoNão existe padrão comercial equivalente ou a peça original é obsoleta

Material, tratamento térmico e dureza de flanco

O material define a resistência ao desgaste dos flancos, que é o que realmente limita a vida útil da bucha estriada. Aços de cementação como o SAE 8620 entregam núcleo tenaz com camada endurecida entre 0,5 e 1,2 mm e dureza de flanco na faixa de 58 a 62 HRC, combinação preferida em transmissões de torque alto e ciclo pesado. Aços de beneficiamento como o SAE 4140, temperados e revenidos para faixas de 28 a 34 HRC, custam menos e são adequados quando o estriado é fixo e a carga é moderada. Bronze e materiais poliméricos aparecem em estriados de baixo torque ou em conjuntos que precisam ser sacrificiais, protegendo o eixo mais caro.

  • SAE 8620 cementado e temperado: melhor relação desgaste-tenacidade para estriado deslizante sob carga.
  • SAE 4140 temperado e revenido: solução econômica para estriado fixo e torque moderado.
  • SAE 1045: reposição de baixo custo, indicada apenas para carga leve e serviço intermitente.
  • Inox AISI 304 ou 316: ambientes corrosivos e sanitários, com perda de capacidade de carga em relação ao aço-liga.
  • Fosfatização ou revestimento de MoS2: recomendado em estriado deslizante para reduzir fretting.

Dimensionamento: comprimento de engate, centragem e classe de ajuste

O que dimensiona a bucha estriada não é o diâmetro, é a pressão de contato nos flancos, e ela depende do comprimento útil de engate. Uma heurística prática de projeto trabalha com engate entre 0,8 e 1,5 vez o diâmetro de referência do estriado: abaixo disso, os flancos concentram pressão e desgastam rápido; acima, o ganho é marginal, porque o desalinhamento e os erros de passo fazem com que apenas parte dos dentes carregue de fato — em cálculo conservador considera-se que só metade a três quartos dos dentes participam efetivamente. O tipo de centragem é a segunda decisão crítica: centragem por flancos dá melhor distribuição de carga e é natural no perfil evolvente; centragem pelo diâmetro maior ou menor entrega concentricidade mais previsível e é preferível quando a bucha carrega um elemento que exige baixo batimento, como uma polia balanceada. A classe de ajuste fecha o conjunto: folga maior facilita o deslizamento axial sob carga, folga menor reduz vibração e ruído, mas exige alinhamento apurado na montagem.

  • Engate de referência: 0,8 a 1,5 × diâmetro do estriado, conforme torque e alternância de carga.
  • Centragem por flancos: melhor para torque alto e carga alternada, característica do perfil evolvente.
  • Centragem por diâmetro: preferível quando o batimento radial do cubo é crítico.
  • Ajuste deslizante: obrigatório quando o cubo precisa se mover axialmente em serviço.
  • Ajuste apertado: reduz fretting em conjunto fixo, mas exige prensa ou aquecimento para montagem.

Modos de falha e erros comuns de especificação

Bucha estriada raramente quebra de uma vez; ela degrada. O modo de falha dominante em conjuntos deslizantes sob carga alternada é o fretting, o desgaste por micromovimento entre flancos que gera pó de óxido avermelhado e vai abrindo folga até o conjunto bater e trincar a raiz do dente. Em conjuntos fixos, a falha típica é o desgaste assimétrico causado por desalinhamento do eixo, que faz uma face carregar sozinha. A lista abaixo reúne os erros de especificação que geram esses quadros e que aparecem repetidamente nas cotações de reposição.

  • Comprimento de engate reduzido para caber no espaço disponível, elevando a pressão de flanco.
  • Folga de ajuste copiada de peça já desgastada, em vez de retirada do desenho original.
  • Perfil de flanco reto substituído por evolvente de mesmo diâmetro nominal, resultando em não encaixe.
  • Ausência de lubrificação no estriado deslizante, principal gatilho de fretting.
  • Bucha endurecida acoplada a eixo sem tratamento, transferindo todo o desgaste para o componente mais caro.
  • Desalinhamento do eixo não corrigido antes da troca, o que consome a peça nova em poucas centenas de horas.
  • Chanfro de entrada ausente, dificultando a montagem e criando concentração de tensão na borda do dente.

Reposição sem desenho: como levantar o perfil da peça original

Na maior parte das compras de bucha estriada não existe desenho: existe uma máquina parada e uma peça gasta. O caminho mais confiável é enviar a peça desgastada ou, quando ela não pode sair da máquina, o eixo macho correspondente, porque medir o eixo é sempre mais fácil que medir um perfil interno. Quando nada pode ser retirado, a réplica por moldagem de silicone do perfil interno permite ao fornecedor levantar número de dentes, módulo e diâmetros com precisão aceitável para fabricação. Registre também o contexto de trabalho — torque, rotação, se o cubo desliza em serviço e há quanto tempo a peça anterior durou —, porque essas informações mudam a recomendação de material e de ajuste.

  • Conte o número de dentes e meça o diâmetro externo e interno do perfil com paquímetro e pinos calibrados.
  • Identifique se o flanco é reto ou curvo para separar as famílias DIN 5482/ISO 14/SAE da DIN 5480.
  • Fotografe a peça desgastada de topo, com escala visível, e registre a região de desgaste.
  • Informe o comprimento total, o comprimento estriado efetivo e a existência de assento de rolamento ou rasgo adicional.
  • Diga se o conjunto é fixo ou deslizante — isso define a classe de ajuste antes de qualquer cálculo.

O que define o preço e como cotar com fornecedores

O preço de uma bucha estriada é dominado pelo processo de abertura do perfil interno, não pelo peso de aço. O brochamento exige uma broca dedicada ao perfil: quando o fornecedor já possui a ferramenta para aquele padrão normalizado, a peça sai barata e rápida; quando o perfil é especial e a broca precisa ser feita, o custo da ferramenta pode superar o da peça e só se dilui em lote. A eletroerosão a fio dispensa ferramental e por isso costuma ser a rota economicamente racional em quantidade unitária ou baixa, mesmo tendo custo-hora maior — e, em máquina parada, o prazo de entrega pesa mais que a diferença de preço. Materiais de cementação, tratamento térmico com laudo, retífica pós-têmpera e certificado de material são os demais fatores que movem o valor final.

FatorEfeito no preço e prazoComo tratar na cotação
Perfil normalizado x especialPerfil padrão usa broca existente; especial pode exigir ferramenta dedicadaInforme a norma; se for especial, avalie diluir o ferramental em lote maior
QuantidadePeça unitária tende à eletroerosão; lote justifica brochamentoCote unidade e lote na mesma solicitação para comparar o ponto de virada
Material e tratamentoCementação e têmpera acrescentam etapas e prazo sobre o aço beneficiadoEspecifique dureza de flanco e camada exigidas, não apenas a liga
Retífica pós-tratamentoNecessária quando o batimento e o ajuste são críticosDeclare a tolerância do assento e o batimento máximo admitido
DocumentaçãoCertificado de material e laudo de dureza elevam custo administrativoPeça o laudo já no orçamento se a peça é crítica ou auditada
PrazoFerramenta dedicada e tratamento externo alongam a entregaDeclare a urgência: em máquina parada o prazo costuma superar o preço na decisão

O que só a Soluções Industriais entrega neste nicho

  • Concentração de pedidos em reposição unitária de máquina parada, não em lote seriado.
  • Perfil DIN 5480 domina as cotações industriais; DIN 5482 aparece sobretudo em hidráulica e implementos agrícolas.
  • Cotações sem indicação do tipo de centragem geram a maior parte do retrabalho de usinagem.
  • Diferença de prazo entre eletroerosão a fio e brochamento pesa mais que a diferença de preço em máquina parada.
  • Compradores que enviam a peça desgastada como amostra fecham orçamento em menos etapas que os que enviam só a medida do diâmetro.
  • Demanda recorrente por bucha estriada com assento de rolamento usinado no mesmo corpo, evitando um componente extra.
  • Laudo de dureza de flanco e profundidade de camada é o documento menos pedido e o que mais separa fornecedores.
  • Checklist de cotação: perfil e norma, número de dentes, módulo ou passo, tipo de centragem, classe de ajuste, comprimento útil, material, tratamento e quantidade.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre bucha estriada e bucha com rasgo de chaveta?

A bucha estriada distribui o torque por dezenas de flancos ao longo do perímetro, enquanto a bucha com rasgo concentra o esforço em duas faces da chaveta, dimensionada conforme a ABNT NBR 6375. Na prática, o estriado permite transmitir mais torque no mesmo diâmetro, elimina a folga angular do conjunto e admite deslizamento axial sob carga, algo inviável com chaveta. Em compensação, custa mais para fabricar e exige controle mais rigoroso de perfil e ajuste.

Como sei se meu eixo é DIN 5480 ou DIN 5482 sem o desenho da máquina?

O primeiro corte é visual: a DIN 5480 usa perfil evolvente, com flanco curvo e ângulo de pressão de 30°, enquanto a DIN 5482 tem flanco reto. Depois, conte os dentes e meça o diâmetro externo e o interno do perfil; a combinação de número de dentes com esses diâmetros permite identificar o módulo e fechar o padrão. Se o resultado ficar ambíguo, envie a peça ou o eixo macho ao fornecedor para conferência dimensional antes de autorizar a fabricação.

Qual folga é aceitável em uma bucha estriada usada?

Não existe um número universal, porque a folga admissível depende do módulo, do diâmetro e de o conjunto ser fixo ou deslizante. O critério operacional usado em manutenção é comparar a folga angular medida no cubo travado com a de uma peça nova do mesmo desenho: quando o giro livre passa a ser perceptível à mão ou aparece batida audível na inversão de carga, o componente já está fora de serviço. Em conjuntos críticos, a definição do limite deve constar do plano de manutenção elaborado por profissional habilitado.

Preciso trocar o eixo junto com a bucha estriada?

Depende do desgaste relativo dos flancos. Quando a bucha é o componente com dureza inferior, ela funciona como peça sacrificial e o eixo costuma ser reaproveitável, desde que o perfil macho esteja dentro de tolerância e sem trincas na raiz do dente. Se o eixo apresentar desgaste assimétrico, sinais de fretting ou empenamento, trocar só a bucha consome a peça nova rapidamente — nesse cenário vale corrigir o alinhamento e avaliar a substituição do par.

Existe bucha estriada pronta de prateleira ou é sempre sob encomenda?

Perfis normalizados de uso corrente, como estriados DIN 5480 e SAE em diâmetros comuns de hidráulica e agricultura, costumam ter fornecedores com ferramental pronto e prazos curtos. Perfis especiais, diâmetros fora de série e buchas com usinagens adicionais — assento de rolamento, flange ou rasgo — são fabricados sob desenho. Ao cotar, pergunte explicitamente se o fornecedor já possui a broca para o seu perfil: essa resposta é o que separa prazo de dias de prazo de semanas.

O que devo enviar ao fornecedor para receber um orçamento fechado?

Reúna perfil e norma (ou a informação de que é especial), número de dentes, módulo ou passo, diâmetros externo e interno do estriado, tipo de centragem, classe de ajuste, comprimento total e comprimento estriado, material e tratamento desejados, quantidade e o prazo aceitável. Informe também se o conjunto é fixo ou deslizante e qual o torque e a rotação de trabalho. Com esse conjunto, o orçamento sai sem rodadas adicionais de conferência.

Bucha estriada precisa de lubrificação?

Em conjuntos deslizantes, sim, e a ausência de lubrificação é o principal gatilho do fretting, o desgaste por micromovimento que abre folga progressivamente. Graxas com aditivos de extrema pressão e revestimentos sólidos como MoS2 ou fosfatização são as soluções usuais. Em conjuntos fixos e montados com ajuste apertado, a lubrificação tem função sobretudo de montagem e proteção contra corrosão.

Que documentos posso exigir do fornecedor em uma peça crítica?

Peça o certificado de material da corrida do aço, o laudo de tratamento térmico com dureza de superfície e profundidade de camada quando houver cementação, e o relatório dimensional do perfil e dos diâmetros de centragem. Em componentes de transmissão de máquinas sujeitas à NR-12, esses registros sustentam a rastreabilidade da manutenção. Solicite a documentação já na cotação: incluída depois, costuma virar custo extra e atraso.

Bucha estriada de inox transmite o mesmo torque que a de aço-liga?

Não. Aços inoxidáveis austeníticos como o AISI 304 e o 316 não respondem à têmpera da mesma forma que aços-liga cementáveis, o que resulta em flancos com dureza e resistência ao desgaste menores. Eles se justificam em ambientes corrosivos, sanitários ou de lavagem frequente, e nesses casos o dimensionamento precisa compensar a perda de capacidade — em geral aumentando o comprimento de engate ou reduzindo o torque admitido.

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Página revisada pela equipe técnica de Transmissão Mecânica da Soluções Industriais. Última revisão: 22 de agosto de 2026. Conteúdo elaborado com base nas normas técnicas brasileiras vigentes e em referências de fabricantes homologados no marketplace.

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Fontes técnicas citadas: DIN 5480, DIN 5482, ISO 14, SAE J498, ABNT NBR ISO 286-1, ABNT NBR 6375, NR-12.