4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária reforça inclusão e sustentabilidade
Com foco em justiça social e sustentabilidade, a 4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária reúne governo, sociedade civil e empreendimentos solidários para propor novos caminhos econômicos.
A economia solidária é destacada pelo presidente Lula como um caminho promissor para transformar o Brasil. Durante a 4ª Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária, ele enfatizou a importância desse modelo econômico para promover inclusão social e desenvolvimento sustentável.
Importância da economia solidária
A economia solidária tem ganhado destaque como um modelo econômico alternativo que busca promover a inclusão social e o desenvolvimento sustentável.
Diferentemente dos modelos tradicionais, a economia solidária valoriza a cooperação, a autogestão e a distribuição justa de recursos, priorizando o bem-estar coletivo sobre o lucro individual.
Esse sistema se baseia em princípios como a solidariedade, a justiça social e o respeito ao meio ambiente, sendo uma resposta às desigualdades geradas pelo capitalismo convencional.
A economia solidária propicia a criação de oportunidades de trabalho em empreendimentos coletivos, onde os trabalhadores são os próprios gestores, garantindo maior autonomia e participação nas decisões.
Além disso, ela é fundamental para a inclusão de grupos historicamente desfavorecidos, como mulheres, jovens e comunidades indígenas, oferecendo a esses grupos a chance de se organizarem e gerarem renda de forma colaborativa.
Assim, ela se torna uma ferramenta poderosa para combater a pobreza e a exclusão social, promovendo uma sociedade mais equitativa e sustentável.
Histórico da Conferência Nacional
A Conferência Nacional de Economia Popular e Solidária tem uma trajetória significativa no Brasil, servindo como um espaço de articulação e formulação de políticas para o fortalecimento da economia solidária.
A primeira edição ocorreu em 2006, marcando o início de um movimento organizado em prol da inclusão produtiva e da cooperação econômica.
Desde então, a conferência tem sido um ponto de encontro para representantes de governos, sociedade civil e empreendimentos solidários, promovendo o diálogo e a troca de experiências.
Em 2014, a conferência resultou na criação do 1º Plano Nacional de Economia Solidária, que estabeleceu diretrizes importantes para o setor.
A edição atual, realizada em 2025, retoma um processo interrompido em 2016 e busca consolidar a economia solidária como uma política pública efetiva.
Com o objetivo de elaborar o 2º Plano Nacional de Economia Solidária, a conferência de 2025 enfatiza a importância da autogestão, da cooperação e do desenvolvimento sustentável, reafirmando o compromisso com a transformação social e econômica do país.



