Economia e Negócios

Micro e pequenas empresas criam 60% dos empregos em março

As micro e pequenas empresas do Brasil foram responsáveis pela criação de 60% dos novos empregos em março, totalizando 133 mil postos, com o setor de Serviços liderando as contratações.

Em março de 2026, as micro e pequenas empresas (MPEs) foram responsáveis por criar 60% dos empregos no Brasil, segundo levantamento do Sebrae com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Esse resultado destaca a relevância dessas empresas para a economia nacional, especialmente em tempos de recuperação econômica.

Importância das MPEs na economia

As micro e pequenas empresas (MPEs) desempenham um papel vital na economia brasileira, sendo responsáveis por uma parcela significativa da geração de empregos e renda.

De acordo com um levantamento do Sebrae, essas empresas foram responsáveis por criar 60% dos novos postos de trabalho em março de 2026. Isso se traduz em 133 mil novos empregos apenas nesse mês.

O impacto das MPEs vai além da geração de empregos. Elas contribuem para a diversificação econômica, estimulam a inovação e aumentam a competitividade do mercado.

Além disso, elas são fundamentais para o desenvolvimento regional, pois muitas vezes estão localizadas em áreas menos favorecidas, o que ajuda a reduzir desigualdades socioeconômicas.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) analisados pelo Sebrae também mostram que, no primeiro trimestre de 2026, mais de 333 mil pessoas foram contratadas por essas empresas, reafirmando sua importância na economia.

Setores que mais contrataram

Entre os setores que mais se destacaram na geração de empregos pelas micro e pequenas empresas em março de 2026, o setor de Serviços liderou com a criação de 70 mil novos postos de trabalho.

Este setor inclui uma ampla gama de atividades, desde serviços de alimentação e hospitalidade até tecnologia da informação e serviços financeiros, refletindo a diversidade e a adaptabilidade das MPEs.

O setor de Construção também teve um desempenho significativo, adicionando 25,9 mil empregos. A expansão em infraestrutura e projetos imobiliários impulsionou a demanda por mão de obra, beneficiando tanto trabalhadores qualificados quanto não qualificados.

Por fim, o setor de Comércio contribuiu com 16,8 mil novas vagas, demonstrando a resiliência das pequenas lojas e varejistas em um ambiente econômico desafiador.

Esses setores são cruciais para a recuperação econômica, pois não apenas geram empregos, mas também estimulam o consumo e o investimento em suas respectivas cadeias produtivas.

Romário Martins

Colunista no segmento Economia e Negócios | Vice-presidente do Grupo Ideal Trends. Há mais de 19 anos, Romário tem ajudado empresas a alavancarem seu faturamento por meio da geração de demanda qualificada na web. Em sua trajetória, já ajudou a transforar o cenário de mais de 20.000 empresas.

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