A Páscoa 2026 no Brasil deve atrair 106 milhões de consumidores, um aumento de 4,2 milhões em relação ao ano anterior, com destaque para a preferência por chocolates industrializados e artesanais.
A Páscoa de 2026 deve movimentar o varejo brasileiro, com cerca de 106 milhões de consumidores indo às compras, segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil. O número representa crescimento em relação ao ano anterior e indica maior disposição de consumo, mesmo em um cenário ainda marcado por restrições financeiras.
Crescimento do consumo na Páscoa 2026
Consumo de Páscoa é marcado por cautela e lojas físicas
O comportamento de consumo na Páscoa de 2026 evidencia a predominância do varejo físico, mesmo com o avanço das ferramentas digitais.
A maioria dos consumidores ainda prefere realizar compras presencialmente (95%), com destaque para supermercados e lojas especializadas em chocolates.
Apesar disso, a internet segue relevante na etapa de pesquisa, sendo amplamente utilizada para comparação de preços, embora uma parcela menor finalize as compras online.
A decisão de compra também reflete mudanças no perfil do consumidor. A qualidade dos produtos passou a ter peso ligeiramente maior que o preço, enquanto promoções e variedade continuam influenciando a escolha.
Ao mesmo tempo, as restrições financeiras têm impactado o consumo. Parte significativa da população prioriza o pagamento de dívidas, o que reduz o volume de compras na data.
Mesmo entre aqueles que pretendem consumir, há um alto índice de inadimplência, exigindo maior planejamento.
A pesquisa de preços se tornou prática comum, e muitos consumidores deixam a decisão para a última hora. O pagamento à vista predomina, impulsionado pelo uso do PIX, enquanto o parcelamento, quando utilizado, ocorre em poucas prestações.
