Páscoa 2026 deve atrair 106 milhões de consumidores no Brasil

A Páscoa 2026 no Brasil deve atrair 106 milhões de consumidores, um aumento de 4,2 milhões em relação ao ano anterior, com destaque para a preferência por chocolates industrializados e artesanais.

A Páscoa de 2026 deve movimentar o varejo brasileiro, com cerca de 106 milhões de consumidores indo às compras, segundo levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil. O número representa crescimento em relação ao ano anterior e indica maior disposição de consumo, mesmo em um cenário ainda marcado por restrições financeiras.

Crescimento do consumo na Páscoa 2026

A Páscoa de 2026 deve registrar crescimento no consumo no Brasil, com a participação de 106,8 milhões de consumidores, segundo levantamento da CNDL e do SPC Brasil, um aumento de 4,2 milhões em relação ao ano anterior.

A intenção de compra alcança 65% da população, refletindo maior disposição para gastar e um cenário mais favorável ao varejo na data sazonal.

Os ovos de chocolate industrializados seguem como principais itens de consumo, com 56% das preferências, seguidos por bombons (50%) e barras (39%).

Ao mesmo tempo, produtos artesanais ganham espaço, com 40% dos consumidores interessados em opções personalizadas, indicando uma mudança de comportamento em direção à qualidade.

Além dos chocolates, 78% dos brasileiros pretendem consumir pratos típicos como bacalhau, salmão e atum, reforçando a relevância da data também no setor alimentício.

Consumo de Páscoa é marcado por cautela e lojas físicas

O comportamento de consumo na Páscoa de 2026 evidencia a predominância do varejo físico, mesmo com o avanço das ferramentas digitais.

A maioria dos consumidores ainda prefere realizar compras presencialmente (95%), com destaque para supermercados e lojas especializadas em chocolates.

Apesar disso, a internet segue relevante na etapa de pesquisa, sendo amplamente utilizada para comparação de preços, embora uma parcela menor finalize as compras online.

A decisão de compra também reflete mudanças no perfil do consumidor. A qualidade dos produtos passou a ter peso ligeiramente maior que o preço, enquanto promoções e variedade continuam influenciando a escolha.

Ao mesmo tempo, as restrições financeiras têm impactado o consumo. Parte significativa da população prioriza o pagamento de dívidas, o que reduz o volume de compras na data.

Mesmo entre aqueles que pretendem consumir, há um alto índice de inadimplência, exigindo maior planejamento.

A pesquisa de preços se tornou prática comum, e muitos consumidores deixam a decisão para a última hora. O pagamento à vista predomina, impulsionado pelo uso do PIX, enquanto o parcelamento, quando utilizado, ocorre em poucas prestações.

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