Com 13 novas liberações internacionais, a agropecuária brasileira amplia sua pauta de exportações e fortalece a presença em mercados das Américas, da África e da Eurásia. As autorizações contemplam cadeias como pecuária, aquicultura, agricultura, avicultura e produção vegetal, incluindo produtos que vão de sementes a ovos férteis e material genético.
Novas autorizações nas Américas
Nas Américas, as novas autorizações contemplam produtos ligados à agricultura, pecuária, aquicultura e multiplicação vegetal, com destinos distribuídos entre América do Sul, Central e Caribe.
A Argentina autorizou a exportação de sêmen de pacu-caranha, espécie identificada como Piaractus mesopotamicus, enquanto a Bolívia abriu mercado para couro bovino salgado brasileiro.
O material genético bovino também passou a ter novos destinos na região, com liberações para El Salvador e Honduras, ampliando oportunidades para esse segmento específico.
Honduras ainda autorizou a entrada de mudas de cana-de-açúcar, produto voltado à propagação agrícola e ao desenvolvimento de lavouras no país.
Entre os itens vegetais, o milho pipoca brasileiro foi autorizado para o Equador e a República Dominicana, ampliando a lista de destinos desse produto.
Por sua vez, a Guiana aprovou sementes de coco, enquanto a Nicarágua liberou sementes de pimenta habanero, o Paraguai autorizou sementes de mamona e a Venezuela permitiu sementes de maracujá.
Produtos brasileiros avançam na África
Na África, as autorizações envolvem produtos relacionados à alimentação animal e à cadeia avícola, ampliando a presença brasileira em segmentos específicos do agronegócio.
A Etiópia autorizou farinhas e gorduras de pescado, ruminantes e outros animais, além de hemoderivados destinados à composição de alimentos para animais.
Já a Nigéria aprovou a entrada de ovos férteis brasileiros, produto associado à reprodução e à formação de plantéis dentro da cadeia de produção avícola.
Essas liberações reforçam a diversificação da pauta exportadora brasileira para o continente africano, contemplando tanto insumos de nutrição animal quanto produtos ligados à avicultura.
Castanha de caju chega à Eurásia
Na União Econômica Euroasiática, o Brasil recebeu autorização para exportar castanha de caju, ampliando o alcance internacional desse produto brasileiro.
O bloco reúne Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia, formando um novo destino comercial para a castanha de caju produzida no Brasil.
Com as autorizações, as aberturas de mercado abrangem diferentes regiões e fortalecem oportunidades para cadeias produtivas variadas, sem concentração em um único setor.
