O projeto Coopera + Amazônia, lançado na COP 30, destina R$ 107 milhões para fortalecer cadeias produtivas na Amazônia, como açaí e castanha, beneficiando 50 cooperativas e 3.350 famílias.
O projeto Coopera + Amazônia, lançado pelo MDIC, BNDES e Sebrae, destina R$ 107 milhões para fortalecer cadeias produtivas na Amazônia, como açaí, castanha, babaçu e cupuaçu. Este investimento busca promover o desenvolvimento sustentável e gerar renda na região, alinhado à política de preservação ambiental do governo.
Investimento e parcerias estratégicas
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o projeto Coopera + Amazônia representa um marco significativo no apoio às cadeias produtivas da Amazônia, com um investimento total de R$ 107,1 milhões.
Desse montante, R$ 103,5 milhões são financiados pelo BNDES, por meio do Fundo Amazônia, e R$ 3,7 milhões são aportados pelo Sebrae. Este investimento visa impulsionar a economia local, promovendo o desenvolvimento sustentável da região.
A iniciativa conta com importantes parcerias, incluindo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a Embrapa, a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes).
Estas parcerias são fundamentais para garantir o sucesso do projeto, oferecendo suporte técnico e estratégico para as cooperativas envolvidas.
O projeto beneficiará diretamente 50 cooperativas nos estados do Pará, Rondônia, Maranhão, Acre e Amazonas, atendendo a 3.350 famílias extrativistas.
As cooperativas selecionadas receberão apoio técnico e consultorias em diversas áreas, como gestão, conformidade regulatória, acesso a crédito e abertura de novos mercados, além de assistência técnica e extensão rural.
Este suporte é essencial para fortalecer as cooperativas e garantir a sustentabilidade das cadeias produtivas na Amazônia.
Componentes do programa Coopera + Amazônia
O programa Coopera + Amazônia é composto por diversos componentes que visam fortalecer as cadeias produtivas da região amazônica.
Um dos principais pilares é a inovação produtiva, que inclui a aquisição de máquinas e equipamentos, assistência técnica e extensão rural, além de desafios tecnológicos voltados para o aproveitamento de resíduos.
Outro componente crucial é a inovação gerencial, que oferece consultorias especializadas em abertura de mercados, crédito, conformidade regulatória e soluções tecnológicas de gestão.
Essas consultorias ajudam as cooperativas a se tornarem mais competitivas e a expandirem suas operações de forma sustentável.
A formação e mobilização também são partes integrantes do programa, com ações voltadas para o fortalecimento da cultura do cooperativismo.
Isso inclui capacitações e atividades que promovem a união e a cooperação entre os membros das cooperativas, essenciais para o sucesso coletivo.
Por fim, a estratégia territorial de negócios busca melhorar o ambiente de negócios em áreas específicas, identificando vocações e necessidades territoriais.
Tudo permite que as cooperativas adaptem suas estratégias de acordo com as características únicas de cada região, potencializando suas oportunidades de crescimento e desenvolvimento econômico.
