Exportações de pulses crescem 30% no Brasil em 2025

Em 2025, as exportações de pulses, especialmente feijões secos, cresceram 30%, totalizando US$ 448,1 milhões. Esse aumento é resultado de políticas de incentivo à produção e à demanda internacional por esses alimentos nutritivos.

As exportações de pulses no Brasil cresceram 30% em 2025, impulsionadas principalmente pelos feijões secos. Este aumento reflete o trabalho do Ministério da Agricultura e Pecuária em incentivar a produção e exportação desses alimentos, que são essenciais na dieta dos brasileiros.

Crescimento das exportações de pulses

Em 2025, o Brasil registrou um avanço expressivo nas exportações de pulses, grupo que inclui feijões, ervilhas, lentilhas e grão-de-bico.

O volume embarcado para o exterior cresceu 30% em comparação com o ano anterior, consolidando o segmento como um dos destaques do agronegócio nacional.

O valor total exportado alcançou US$ 448,1 milhões, com os feijões secos respondendo por mais de 98% da receita obtida. O desempenho positivo reflete uma combinação de fatores internos e externos.

No cenário internacional, a procura por alimentos ricos em proteína vegetal tem aumentado, impulsionada por mudanças nos hábitos de consumo e maior atenção à alimentação saudável.

No mercado interno, políticas públicas voltadas ao estímulo da produção e da exportação contribuíram para ampliar a competitividade brasileira.

A adequação às exigências sanitárias internacionais, incluindo a emissão do Certificado Sanitário Internacional de Produtos de Origem Vegetal (CSIV), também tem sido decisiva para garantir o acesso aos principais destinos compradores.

Além da relevância comercial, as pulses ocupam papel estratégico na alimentação. Esses grãos são reconhecidos pelo alto valor nutricional, com presença significativa de proteínas, fibras, vitaminas e minerais.

No Brasil, o feijão permanece como um dos pilares da dieta diária, figurando entre as principais fontes de proteína vegetal consumidas pela população.

Do ponto de vista econômico, o avanço das exportações fortalece a renda no campo, movimenta cadeias produtivas regionais e contribui para o saldo positivo da balança comercial.

A expansão do cultivo dessas culturas também favorece a diversificação agrícola e amplia a segurança alimentar, ao mesmo tempo em que consolida o Brasil como fornecedor relevante no mercado global de grãos especiais.

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