Brasil amplia exportações pecuárias para China, Paraguai e Palau

As exportações pecuárias passam a contar com destinos adicionais para animais vivos, carnes e matérias-primas utilizadas por diferentes setores industriais.

Três novas autorizações internacionais ampliaram o acesso de produtos brasileiros ligados à pecuária a mercados da Ásia, da América do Sul e da Oceania. A China assinou um protocolo para cálculos biliares bovinos, o Paraguai aprovou o certificado para suínos vivos destinados ao abate e Palau reconheceu os documentos necessários para importar carnes bovina, ovina, caprina e suína.

Acordos sanitários abrem novos destinos

O Brasil obteve novas autorizações sanitárias para exportar animais vivos e diferentes produtos de origem pecuária aos mercados da China, do Paraguai e de Palau.

Os entendimentos representam oportunidades comerciais para frigoríficos, criadores e empresas especializadas, que passam a contar com destinos adicionais para mercadorias sujeitas a controles sanitários específicos.

No acordo firmado com a China, o protocolo aprovado permite o envio de cálculos biliares bovinos brasileiros, matéria-prima valorizada principalmente pela indústria farmacêutica asiática.

O Paraguai, por sua vez, aceitou o modelo brasileiro de Certificado Sanitário Internacional (CSI) exigido para a entrada de suínos vivos destinados exclusivamente ao abate.

Essa aprovação oferece uma alternativa adicional aos produtores nacionais, sobretudo em regiões próximas à fronteira, onde a distância reduz custos logísticos e facilita operações comerciais.

Palau também reconheceu os certificados apresentados pelo Brasil para a exportação de carnes bovina, ovina, caprina e suína ao mercado do país insular.

A autorização reúne quatro segmentos da produção animal e cria novas possibilidades para empresas brasileiras interessadas em diversificar compradores fora dos destinos tradicionais.

Cada abertura depende da compatibilidade entre os requisitos sanitários dos países envolvidos, além da comprovação de que estabelecimentos e produtos atendem às normas definidas nos respectivos acordos.

Embora os mercados apresentem características e volumes distintos, as aprovações fortalecem a presença internacional do agronegócio brasileiro e reduzem a dependência de poucos compradores externos.

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