O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou a atualização dos preços mínimos para produtos extrativos e uva industrial para 2026, com o objetivo de assegurar uma remuneração justa aos produtores.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou as novas diretrizes para os preços mínimos de 2026, abrangendo produtos extrativos e uva industrial. Esses valores, estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), visam assegurar uma remuneração justa aos produtores, atuando como referência nas operações da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).
Produtos extrativos e preços mínimos
O Ministério da Agricultura e Pecuária definiu os valores mínimos que serão pagos aos produtos extrativistas ao longo de 2026, medida que engloba frutos amplamente comercializados no país.
A lista inclui açaí, buriti, juçara, macaúba, mangaba, murumuru, pequi, piaçava, pinhão e umbu, além de amêndoas de andiroba, babaçu, baru, cacau, castanha-do-Brasil em casca e o pirarucu proveniente de manejo sustentável.
Esses referenciais funcionam como proteção para comunidades e produtores que dependem da coleta e processamento desses itens, assegurando uma remuneração mínima mesmo em períodos de baixa do mercado.
Os novos valores passam a valer em 1º de janeiro e permanecem vigentes durante todo o ano, reforçando a estratégia do governo de oferecer estabilidade a uma cadeia produtiva essencial em várias regiões do país.
A definição dos preços leva em conta custos de produção e movimentos do mercado interno e externo, buscando refletir a realidade econômica e reduzir a vulnerabilidade de quem atua no extrativismo.
A expectativa é que a medida contribua para a continuidade das atividades e fortaleça iniciativas de exploração sustentável em áreas onde essa prática representa importante fonte de renda.
