Refit contesta interdição imposta pela ANP, alegando falta de base legal na decisão. A empresa defende que as irregularidades identificadas não representam riscos ao público ou ao meio ambiente e busca um diálogo para resolver a situação, que impacta o abastecimento de combustíveis em São Paulo e Rio de Janeiro.
A recente interdição da refinaria Refit pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) está gerando discussões acaloradas no setor. A empresa, que atende parcela significativa do mercado de combustíveis, afirma que a decisão da agência não tem base legal e que as irregularidades apontadas não representam riscos ao consumidor ou ao meio ambiente.
Refit contesta interdição da ANP
A refinaria Refit está em um embate jurídico com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) após a interdição de suas operações.
A empresa alega que a decisão da ANP carece de base legal, pois os pontos de fiscalização levantados não configuram riscos significativos ao público ou ao meio ambiente.
Em comunicado à imprensa, a Refit destacou que as acusações de irregularidades operacionais e suspeitas de importação ilegal de combustíveis não foram devidamente fundamentadas no auto de infração emitido pela agência.
A empresa também criticou o fato de ter tomado conhecimento da interdição pela imprensa, antes de qualquer notificação oficial.
A Refit solicitou uma reunião com a ANP para discutir as questões técnicas levantadas, buscando um entendimento mais claro das exigências regulatórias.
A refinaria defende que suas operações são seguras e conformes com os padrões exigidos, e que a interdição prejudica não apenas a empresa, mas também o abastecimento de combustíveis em regiões estratégicas como São Paulo e Rio de Janeiro.
Enquanto o impasse continua, o setor de combustíveis monitora de perto o desenrolar dessa situação, que pode ter implicações significativas para a logística de distribuição de derivados de petróleo no país.
