Registros de agrotóxicos e bioinsumos batem recorde em 2025

Os registros de agrotóxicos e bioinsumos alcançaram um marco histórico em 2025, impulsionados pela atualização dos processos regulatórios e pela ampliação do controle sanitário.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou que houve um recorde histórico nos registros de agrotóxicos e bioinsumos em 2025, destacando avanços significativos na modernização regulatória. Este marco reflete o compromisso do Brasil em fortalecer a defesa fitossanitária e promover a competitividade agrícola, com a introdução de novos ingredientes ativos e melhorias nos processos de registro.

Recorde Histórico de Registros em 2025

O setor agrícola brasileiro registrou em 2025 o maior volume de autorizações já concedidas para agrotóxicos e bioinsumos.

Ao longo do ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária liberou 912 registros, número que supera os resultados de períodos anteriores e evidencia a intensificação do processo regulatório no país.

Parte expressiva dessas autorizações refere-se a produtos técnicos destinados exclusivamente ao uso industrial. Foram 323 registros nessa categoria, sem venda direta ao produtor rural.

Outro destaque foi a liberação de 162 bioinsumos, maior quantidade já registrada no Brasil, abrangendo produtos biológicos, microbiológicos, bioquímicos, extratos vegetais, reguladores de crescimento e semioquímicos.

O avanço no número de registros está associado à atualização do marco regulatório do setor, que busca tornar os processos de análise mais eficientes e transparentes.

A medida tem como objetivo acelerar a entrada de novas tecnologias no mercado e manter o país entre os principais polos globais de inovação agrícola.

Além do volume recorde, 2025 marcou a entrada de novos ingredientes ativos no mercado nacional. Seis moléculas inéditas passaram a ser autorizadas: Ipflufenoquina, Fluoxastrobina, Fluazaindolizine, Isopirazam, Fenpropidin e Ciclobutrifluram.

Esses novos compostos ampliam as opções de controle fitossanitário, oferecem diferentes modos de ação e contribuem para o manejo integrado de pragas e doenças, reduzindo riscos de resistência.

A incorporação dessas tecnologias reforça a competitividade do agronegócio brasileiro e favorece práticas agrícolas mais eficientes e sustentáveis.

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