EUA lançam Plano de Segurança Agrícola contra influência estrangeira

O Plano de Ação de Segurança Agrícola dos EUA tem como objetivo proteger as terras agrícolas e as pesquisas contra influências externas, especialmente da China, por meio da proibição de compras de terras por cidadãos estrangeiros, colaboração com agências de defesa e proteção de inovações agrícolas.

O governo dos Estados Unidos lançou um plano de ação para garantir a segurança agrícola nacional. Liderado pela secretária de Agricultura Brooke Rollins, o plano visa proteger terras e pesquisas agrícolas de influências estrangeiras, como a proibição de aquisições de terras por chineses. A colaboração entre agências pretende fortalecer a defesa contra ameaças à segurança alimentar.

Iniciativa multiagências para segurança agrícola

A iniciativa multiagências para a segurança agrícola é uma resposta estratégica do governo dos EUA para proteger a integridade das terras agrícolas e a segurança alimentar do país.

Esse esforço conjunto envolve diversas entidades governamentais, incluindo os departamentos de Defesa, Segurança Interna e Justiça, além de assessores de comércio.

O objetivo principal é mitigar a influência e o controle de nações adversárias sobre setores críticos da agricultura estadunidense.

Além disso, a iniciativa prevê a revisão de contratos e acordos de pesquisa com entidades estrangeiras consideradas preocupantes.

A intenção é garantir que a inovação e a tecnologia americanas permaneçam sob controle nacional, reduzindo vulnerabilidades que possam ser exploradas por adversários internacionais.

Essa ação coordenada reflete o compromisso do governo em preservar a soberania agrícola e proteger o futuro da segurança alimentar dos Estados Unidos.

Proibição de compras de terras por chineses

A proibição de compras de terras por diversas nações é uma das principais medidas do Plano de Ação de Segurança Agrícola dos EUA.

Essa decisão visa evitar que países adversários, como a China, adquiram vastas extensões de terras agrícolas estadunidenses, o que poderia comprometer a segurança nacional.

Atualmente, mais de 265.000 acres nos Estados Unidos são de propriedade de cidadãos chineses, muitos localizados próximos a bases militares críticas.

A secretária de Agricultura Brooke Rollins destacou que essa política busca proteger o controle sobre os recursos agrícolas do país e impedir que estrangeiros influenciem ou monitorem operações militares sensíveis.

Além de proibir novas aquisições, o plano inclui medidas para reverter compras já realizadas, garantindo que a propriedade da terra permaneça em mãos estadunidenses.

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