A doença é transmitida principalmente por mosquitos do gênero Culex e costuma passar despercebida na maioria das infecções, embora possa causar complicações severas.
A confirmação de casos de Febre do Nilo Ocidental em São Paulo e Santa Catarina colocou autoridades de saúde em alerta para a circulação do vírus em novas áreas do país. Embora a transmissão entre pessoas não sustente grandes cadeias de contágio, os registros recentes reforçam a importância da vigilância epidemiológica, sobretudo por causa do risco de formas neurológicas graves em uma pequena parcela dos pacientes.
