A exposição aos raios ultravioleta é responsável por 83% dos melanomas, e a OMS prevê um aumento significativo nos diagnósticos até 2040. A conscientização sobre a proteção solar é fundamental para mitigar os efeitos dessa doença globalmente.
A exposição aos raios ultravioleta é responsável por 83% dos casos de melanoma no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Este tipo de câncer de pele é o mais agressivo devido à sua capacidade de se espalhar para outros órgãos.
Impacto global dos raios ultravioleta no melanoma
Estudos recentes apontam que a exposição aos raios ultravioleta (UV) é responsável por uma significativa parcela dos casos de melanoma em escala global.
A pesquisa, conduzida pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), revelou que 83% dos novos casos de melanoma em 2022 foram atribuídos à radiação UV.
Este dado destaca a gravidade da exposição solar prolongada e a necessidade de medidas preventivas eficazes.
As regiões mais impactadas incluem Austrália, Nova Zelândia, Europa Setentrional e América do Norte, onde mais de 95% dos casos foram causados pelos raios UV.
O estudo reflete a urgência de campanhas de conscientização e proteção solar para mitigar o risco de melanoma, especialmente em áreas de alta exposição e entre grupos vulneráveis.
Projeções alarmantes para o futuro do melanoma
As projeções para o futuro do melanoma são preocupantes, com estimativas indicando um aumento significativo nos casos e nas mortes associadas a esse tipo de câncer de pele.
Segundo a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (Iarc), até 2040, espera-se que ocorram mais de 510 mil novos casos de melanoma e 96 mil mortes, representando aumentos de 50% e 68%, respectivamente, em comparação com os números atuais.
Esse crescimento é impulsionado principalmente pelo envelhecimento da população e pelo aumento da expectativa de vida, fatores que elevam a exposição acumulada à radiação ultravioleta ao longo dos anos.
Embora as taxas de incidência entre as gerações mais jovens estejam em declínio, a carga global da doença continua a crescer, destacando a importância de estratégias de saúde pública focadas na prevenção e na proteção solar.
Fortalecer a conscientização sobre os riscos do melanoma e promover práticas de proteção solar são medidas essenciais para reduzir o impacto dessa doença no futuro.
Fonte: CNN Brasil
