A Meta testará assinaturas premium para Instagram, Facebook e WhatsApp, que incluem recursos avançados de IA, como geração de vídeos e agentes autônomos. A empresa adquiriu a startup Manus por US$ 2 bilhões para integrar suas tecnologias, mas a transação está sendo investigada na China por possíveis violações legais.
A Meta promete lançar uma nova fase de testes com assinaturas premium no Instagram, Facebook e WhatsApp. Essas assinaturas prometem oferecer recursos avançados de inteligência artificial, mantendo o acesso aos serviços básicos gratuito. A iniciativa busca explorar novas fontes de receita e enriquecer a experiência do usuário com ferramentas inovadoras.
Recursos de IA nas assinaturas premium
As assinaturas premium da Meta para Instagram, Facebook e WhatsApp trazem inovações significativas com o uso de inteligência artificial (IA).
Entre os novos recursos, destacam-se as capacidades de IA expandidas, que prometem transformar a maneira como os usuários interagem com essas plataformas.
Os assinantes terão acesso a ferramentas que utilizam IA para aprimorar a experiência do usuário, oferecendo funcionalidades que vão além das opções gratuitas disponíveis atualmente.
Isso inclui a criação de conteúdo visual por meio de apps como o Vibes, que usa IA para gerar vídeos dinâmicos e criativos.
Além disso, a Meta planeja integrar as tecnologias da Manus, uma empresa de IA recentemente adquirida, para desenvolver agentes autônomos que podem executar tarefas complexas com mínima interação do usuário.
Esses agentes prometem simplificar atividades cotidianas, como planejamento de viagens e criação de apresentações, oferecendo uma experiência mais eficiente e personalizada.
Com essas inovações, a Meta busca não apenas diversificar suas fontes de receita, mas também proporcionar uma experiência mais rica e personalizada para seus usuários, mantendo-se competitiva no mercado de tecnologia.
Meta e a compra da startup Manus
A Meta, gigante do setor de tecnologia, realizou a aquisição da startup Manus, uma empresa de inteligência artificial fundada na China e agora sediada em Cingapura.
A compra, anunciada em dezembro, foi avaliada em aproximadamente US$ 2 bilhões, e visa integrar as capacidades de IA da Manus nas ofertas de assinatura premium da Meta.
A Manus se destaca no mercado por desenvolver agentes autônomos que podem realizar tarefas complexas de forma independente, sem a necessidade de repetidas instruções.
Esses agentes são capazes de planejar, executar e completar tarefas, como organizar viagens ou elaborar apresentações, com base em comandos simples dos usuários.
Com a aquisição, a Meta pretende melhorar suas próprias capacidades de IA, proporcionando aos usuários acesso a “agentes” que simplificam a interação com a tecnologia.
A empresa também planeja oferecer assinaturas independentes da Manus para empresas, ampliando seu alcance no mercado corporativo.
No entanto, a compra não passou sem controvérsias, pois as autoridades chinesas anunciaram uma investigação para verificar se a transação violou leis de exportação de tecnologia ou regulamentos de segurança nacional da China.
Apesar disso, a Meta continua avançando com seus planos de integrar a tecnologia da Manus em seus produtos de consumo e negócios, incluindo o Meta AI.
