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Placa de imã

A placa de imã é um conjunto formado por imãs permanentes montados sobre uma base de aço e encapsulados em um envelope soldado, normalmente de aço inoxidável, que concentra um campo magnético em uma face plana de trabalho. Em ambiente industrial ela cumpre duas funções principais: reter partículas ferrosas que escapam do processo (placa separadora instalada em gavetas, chutes, dutos e sob esteiras) e fixar peças ferrosas durante usinagem ou movimentação (placa magnética de fixação). As propriedades do material magnético são caracterizadas por métodos como a IEC 60404-5 e a ASTM A977/A977M, e quando a placa é usada como ponto de controle de contaminação física ela se enquadra no sistema de gestão descrito na ABNT NBR ISO 22000:2019.

Cinco variáveis definem a especificação e explicam por que dois orçamentos com o mesmo desenho chegam a preços muito diferentes: o material magnético (ferrite, neodímio NdFeB ou samário-cobalto), a intensidade do campo medida em gauss na face de trabalho e a correspondente força de arrancamento em quilogramas-força, a temperatura máxima de trabalho ligada à classe de coercividade do imã, o material e o acabamento do envelope (aço inoxidável AISI 304 ou 316 conforme a classificação da ABNT NBR 5601, com solda contínua e polimento sanitário) e, por fim, as dimensões e o formato exigidos pelo ponto de instalação. Confundir gauss com força de arrancamento é o erro de comparação mais frequente em cotação.

Em alimentos, rações, cosméticos e produtos farmacêuticos, a placa separadora costuma ser declarada como ponto de controle no plano APPCC exigido pelas boas práticas de fabricação da RDC Anvisa nº 275/2002 e da RDC nº 216/2004, o que obriga a registrar inspeções, medições de campo com gaussímetro calibrado segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017 e o descarte do material retido. A instalação em gavetas e dutos com acesso do operador precisa observar a NR-12, e o manuseio de placas de terras raras exige procedimento próprio pelo risco de esmagamento de dedos e de danos a marca-passos. Transporte aéreo de imãs potentes ainda é classificado como material magnetizado (ONU 2807), com regras de embalagem próprias. A definição do ponto de instalação, da força necessária e do laudo de conformidade deve ser validada por profissional habilitado ou pela equipe de qualidade responsável pelo processo.

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Placa de imã

Aviso de segurança. A placa de imã atua como ponto de controle de contaminação física em linhas alimentícias e farmacêuticas regidas pela ABNT NBR ISO 22000:2019 e pelas RDC Anvisa nº 275/2002 e nº 216/2004, e sua instalação em máquinas está sujeita à NR-12. Imãs de terras raras de grande porte oferecem risco real de esmagamento de dedos e de dano a marca-passos e mídias magnéticas. A definição do ponto de instalação, a validação do campo e o laudo de conformidade devem ser conduzidos por profissional habilitado ou pela equipe de qualidade responsável pelo plano APPCC.

Três produtos diferentes atendem pelo nome de placa de imã

Antes de cotar, é preciso separar o que a expressão cobre. A placa separadora é um envelope de inox com imãs internos, instalada em queda livre de pó ou grânulos para capturar cavaco, porca, parafuso e limalha. A placa magnética de fixação (também chamada de mesa magnética) prende a peça na retífica ou na fresadora e substitui morsa e grampos. A placa ou manta magnética flexível é uma lâmina de ferrite em ligante elastomérico, usada em sinalização, comunicação visual e identificação de estoque, sem qualquer função de retenção de contaminante. Em transformação de plásticos, a variação mais vendida é o imã para funil de injetora, montado na garganta de alimentação para proteger rosca e canhão. Quando o material a ser retido ou movimentado não é ferroso — alumínio, inox austenítico, vidro ou plástico —, nenhuma delas funciona e a solução passa por ventosa a vácuo ou por separador de correntes parasitas.

  • Placa separadora: gavetas, chutes inclinados, dutos pneumáticos e sob esteira transportadora.
  • Placa de fixação: retífica plana, fresamento leve, montagem e bancada de inspeção.
  • Placa flexível: sinalização veicular, quadros, etiquetagem magnética e comunicação visual.
  • Imã tubular ou grelha: alternativa quando o produto é pegajoso e a face plana entope.

Ferrite, neodímio ou samário-cobalto: comparativo técnico e de custo

O material magnético define simultaneamente a força, o limite de temperatura e o preço da placa. O ferrite é barato, tolera calor e resiste bem à corrosão, mas só captura peças relativamente grandes. O neodímio comum entrega várias vezes mais campo na face, porém começa a perder magnetismo de forma irreversível acima de aproximadamente 80 °C nas classes básicas; para linhas com limpeza CIP quente, extrusão ou secagem, é obrigatório especificar classes de alta coercividade (SH, UH), que custam mais e entregam campo ligeiramente menor à temperatura ambiente. O samário-cobalto é a única saída econômica acima de 250 °C. Os valores abaixo são faixas típicas de mercado para placas de processo e devem ser confirmados no laudo do fornecedor.

Material magnéticoIndução típica na faceTemperatura máxima de trabalhoCusto relativoAplicação recomendada
Ferrite (cerâmico)800 a 2.000 gaussaté cerca de 250 °CReferência (1x)Peças ferrosas grandes, ambiente quente, orçamento restrito
Neodímio NdFeB classes N3.000 a 12.000 gaussaté cerca de 80 °C5 a 10x o ferriteFinos ferrosos em farinha, açúcar, pós e granulados a frio
Neodímio alta coercividade (SH/UH)3.000 a 11.000 gauss150 a 180 °C8 a 15x o ferriteLinhas com CIP quente, secagem e extrusão
Samário-cobalto (SmCo)2.000 a 5.000 gauss300 a 350 °C10 a 20x o ferriteFornos, processos químicos e ambientes corrosivos
Eletroímã (bobina alimentada)Ajustável, liga e desligaLimitado pelo isolamento da bobinaAlto, mais consumo de energiaGrandes vazões, sucata e limpeza automatizada

Como dimensionar a placa separadora dentro da linha

A eficiência depende menos da força bruta do imã e mais da geometria do escoamento. A regra prática é garantir que toda a camada de produto passe a menos de 25 a 50 mm da face magnética: uma placa forte com produto escorrendo a 150 mm de distância captura muito pouco, porque o campo cai de forma acentuada com a distância. Em chute inclinado, o ângulo de trabalho costuma ficar entre 45° e 60° para que o material deslize sem acumular; em duto pneumático de alta velocidade, o padrão é usar imã tubular ou uma câmara de expansão que reduza a velocidade antes da placa. Também vale posicionar a captura em pelo menos dois estágios: uma placa grosseira na recepção da matéria-prima e uma etapa fina antes do envase. Quem já opera classificação por tamanho pode combinar a placa com uma peneira elétrica na mesma torre, e em plantas de moagem o objetivo principal costuma ser proteger o moinho micronizador a jusante, evitando faísca, quebra de martelos e parada não programada.

  • Distância produto-face: alvo de 25 a 50 mm; acima de 100 mm a captura de finos cai drasticamente.
  • Velocidade: quanto mais rápido o fluxo, maior a área de placa necessária para o mesmo tempo de contato.
  • Camada: produto empilhado blinda o contaminante; prefira leito fino e largo a leito espesso.
  • Umidade e produto pegajoso: face plana entope, exigindo limpeza mais frequente ou geometria alternativa.

Validação em alimentos: gaussímetro, pull test e registro de auditoria

Instalar a placa não encerra o assunto. Auditorias de segurança de alimentos, alinhadas à ABNT NBR ISO 22000:2019 e às boas práticas da RDC Anvisa nº 275/2002, cobram evidência de que o imã continua funcionando: medição periódica do campo com gaussímetro calibrado conforme a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017, teste de força de arrancamento com corpo de prova rastreável, registro de frequência de limpeza e destino do material retido. Muitos clientes descobrem tarde que o fornecedor não emite laudo com curva de ensaio segundo IEC 60404-5 ou ASTM A977/A977M, e a placa é reprovada não por desempenho, mas por falta de documentação. Uma boa prática de operação é fotografar e pesar o retido em cada coleta: aumento súbito de massa indica desgaste de equipamento a montante, o que transforma a placa em ferramenta de manutenção preditiva.

  • Exija no orçamento: laudo de gauss por ponto, força de arrancamento em kgf e certificado do material do envelope.
  • Periodicidade usual de inspeção: verificação visual diária ou por turno e medição de campo semestral ou anual.
  • Envelope: solda contínua e polida evita frestas onde o produto aloja e a limpeza não alcança.
  • Rastreabilidade: numeração individual da placa facilita o controle no plano APPCC.

Placa magnética de fixação: permanente, eletropermanente ou eletroímã

Na usinagem, a decisão é diferente. A placa permanente de blocos alternados é barata, não depende de energia e é adequada a retífica plana de peças de tamanho médio, mas sua força é fixa e a peça precisa cobrir vários polos para prender bem. A placa eletropermanente é acionada eletricamente apenas para magnetizar ou desmagnetizar e mantém a fixação sem consumo de energia, o que elimina o risco de soltar a peça em queda de rede — vantagem decisiva em fresamento e em peças de maior massa. Já o eletroímã puro permite regulagem contínua de força, porém aquece e depende de alimentação constante. Em qualquer caso, o passo polar limita a peça mínima: peças muito finas ou pequenas exigem placa de passo fino ou blocos de ampliação, e peças que ficam magnetizadas depois da operação demandam desmagnetizador na sequência.

  • Peça fina (abaixo de 5 mm): priorize placa de passo polar fino para evitar deformação e escorregamento.
  • Fresamento e corte interrompido: eletropermanente, pela força maior e pela segurança em falta de energia.
  • Peça não ferrosa: nenhuma placa magnética funciona; use fixação mecânica ou vácuo.
  • Planeza da face: retificar a placa periodicamente é manutenção normal, não defeito.

Placa e manta magnética flexível para sinalização e identificação

Existe uma família de baixo custo que não tem função de processo: chapas e lâminas de ferrite disperso em borracha ou PVC, fornecidas em bobina ou em placas cortadas, com espessura típica entre 0,4 mm e 2 mm e face imprimível. São usadas em placas removíveis de porta de veículo, identificação de prateleira e porta-paletes, quadros de gestão à vista e sinalização temporária em áreas de manutenção. A aderência depende da espessura e da planeza da superfície de aço: em chapa pintada com textura ou em superfície curva, a placa desliza. Para identificação linear de estoque, a fita magnética em rolo com bolso transparente costuma ser mais prática e mais barata do que placas cortadas individualmente. Vale lembrar que esse material não substitui separador em linha de produção nem suporta carga estrutural.

O que define o preço e como montar o pedido de cotação

Não existe preço de tabela para placa de imã porque quase toda peça de processo é sob medida. O que move o valor é, em ordem de impacto: o material magnético e a classe de coercividade escolhida, o volume de imã embutido (função direta da área e da força pedida), o material e o acabamento do envelope (inox AISI 316 com polimento sanitário pode custar de 30% a 80% mais que o AISI 304 escovado), a existência de estrutura de gaveta ou de sistema autolimpante, a exigência de laudo e certificados e, por fim, a quantidade. Peças repetidas em lote reduzem sensivelmente o custo unitário porque o ferramental de solda e o gabarito já estão montados. Reunir os dados abaixo antes de abrir a cotação encurta o prazo de resposta e evita orçamentos incomparáveis entre si.

  • Produto processado (pó, grânulo, líquido, fibra), granulometria, umidade e abrasividade.
  • Vazão em kg/h ou t/h e velocidade aproximada no ponto de instalação.
  • Tipo de contaminante esperado e menor partícula que precisa ser retida.
  • Ponto de instalação e espaço disponível: gaveta, chute, duto, boca de silo ou sob esteira.
  • Temperatura de trabalho e existência de limpeza CIP ou vapor.
  • Material do envelope exigido (AISI 304 ou 316) e acabamento sanitário.
  • Força pretendida em gauss na face ou em kgf de arrancamento, com o método de medição.
  • Necessidade de limpeza manual ou automática, laudo, certificado de material e quantidade.

Modos de falha, manuseio e erros comuns de especificação

A falha mais cara é silenciosa: a placa de neodímio classe padrão instalada em linha que ocasionalmente ultrapassa 80 °C perde campo de forma irreversível e continua parecendo nova, deixando passar contaminante por meses até a próxima medição. Outros erros recorrentes são comprar força demais para produto pegajoso (a face satura, forma ponte e o produto para de escoar), aceitar envelope com solda ponteada que acumula resíduo, e dimensionar pela força do imã ignorando a distância do fluxo. No manuseio, placas de terras raras se atraem violentamente e já causaram fraturas em dedos e projeção de ferramentas; o transporte aéreo exige embalagem específica de material magnetizado sob ONU 2807, o que pode atrasar importações. Instalações em máquinas com acesso do operador devem ser avaliadas quanto à NR-12, com proteção e procedimento de bloqueio para a rotina de coleta do material retido.

  • Guarde placas com espaçador de madeira ou plástico entre elas e longe de cartões, HDs e marca-passos.
  • Nunca use martelo ou saque abrupto para separar imãs: o revestimento lasca e vira contaminante.
  • Choque mecânico e queda desmagnetizam parcialmente o neodímio, além de trincar o material.
  • Revise o campo após qualquer intervenção térmica na linha, como troca de secador ou vapor direto.

O que só a Soluções Industriais entrega neste nicho

  • Comparativo direto entre orçamentos que informam gauss de superfície e orçamentos que informam força de arrancamento, grandezas não intercambiáveis.
  • Faixas de temperatura máxima por classe de neodímio (N, M, H, SH, UH) antes da perda irreversível de campo.
  • Checklist de cotação com os oito dados que o fornecedor pede para orçar uma placa separadora sob medida.
  • Custo relativo entre ferrite, neodímio, alta coercividade e samário-cobalto para a mesma geometria de placa.
  • Critérios de auditoria BRCGS e IFS aplicados ao pull test e à periodicidade de inspeção do imã.
  • Diferença de preço e de vida útil entre envelope em inox AISI 304 e AISI 316 em ambiente com cloretos.
  • Restrições de transporte aéreo de material magnetizado sob ONU 2807 que atrasam entregas importadas.
  • Ponto de corte prático entre placa de limpeza manual e sistema autolimpante em função da carga de finos ferrosos.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre gauss e força de arrancamento na hora de comparar orçamentos?

Gauss mede a densidade de fluxo em um ponto da face e depende de onde a sonda foi encostada; força de arrancamento em kgf mede quanto peso a placa segura com um corpo de prova padronizado. São grandezas diferentes e não convertíveis por regra fixa. Peça sempre os dois valores, com indicação do ponto de medição e do corpo de prova, e verifique se o ensaio segue métodos como IEC 60404-5 ou ASTM A977/A977M.

Placa de imã de neodímio pode ser usada em linha com limpeza CIP quente?

Somente com classe de alta coercividade (SH ou UH), que suporta faixas de 150 °C a 180 °C. As classes padrão de NdFeB perdem campo de forma irreversível a partir de cerca de 80 °C, e a perda não é visível a olho nu. Se o processo passa dos 250 °C, o caminho é ferrite ou samário-cobalto.

Preciso de inox 316 ou o 304 resolve?

O AISI 304 atende à maioria das linhas de alimentos secos e ambientes de baixa agressividade. O AISI 316, com molibdênio, é indicado quando há cloretos, salmoura, produtos ácidos ou lavagem com sanitizante clorado, situações em que o 304 sofre pite. Ambos são classificados pela ABNT NBR 5601, e a diferença de preço da placa costuma ficar entre 30% e 80%.

Com que frequência a placa separadora deve ser limpa e inspecionada?

A frequência é definida pela carga de contaminante da linha, não por regra universal. O padrão em alimentos é verificação visual por turno ou diária e medição de campo com gaussímetro calibrado (ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017) em intervalo semestral ou anual, com registro no plano APPCC exigido pelas boas práticas da RDC Anvisa nº 275/2002. Se o retido cresce de repente, investigue desgaste de equipamento a montante.

Vale a pena o sistema autolimpante em vez da placa manual?

O autolimpante compensa quando a carga de finos ferrosos é alta, quando a linha é contínua e não pode parar para coleta, ou quando o ponto é de difícil acesso e a limpeza manual expõe o operador a risco sob a NR-12. Em linhas com pouco contaminante e coleta rápida por gaveta, a placa manual tem custo total menor, porque o autolimpante agrega acionamento, ar comprimido e manutenção.

A placa de imã captura inox e alumínio?

Não de forma confiável. Alumínio, latão, vidro e plásticos não são atraídos, e o inox austenítico das séries 300 é praticamente não magnético quando recozido, ficando apenas levemente magnético após deformação a frio. Para contaminante não ferroso, a alternativa é separador de correntes parasitas, inspeção por raios X ou detector de metais.

Qual o prazo típico de fabricação de uma placa sob medida?

Peças de linha em dimensões padrão costumam sair rapidamente do estoque do fornecedor; placas sob medida com envelope em inox, solda contínua e polimento sanitário demandam prazo de fabricação maior, sobretudo se exigirem classe especial de imã importada. Imãs de terras raras trazidos por via aérea ainda estão sujeitos às regras de material magnetizado (ONU 2807), o que pode adicionar prazo à importação. Confirme o prazo por escrito na cotação.

A placa de imã perde força com o tempo mesmo sem aquecer?

A perda natural do neodímio e do ferrite ao longo de anos é muito pequena, na ordem de fração de por cento por ano em condições estáveis. As causas reais de queda de desempenho são temperatura acima da classe do imã, choque mecânico, corrosão do revestimento e campos desmagnetizantes externos. Por isso a medição periódica com gaussímetro é o único jeito de comprovar o desempenho.

Que documentos devo exigir do fornecedor na compra?

Peça laudo de campo magnético com pontos de medição, valor de força de arrancamento e método de ensaio, certificado do material do envelope (AISI 304 ou 316), declaração de adequação ao contato com alimentos quando aplicável, desenho dimensional aprovado e instruções de manuseio e limpeza. Esses documentos sustentam a evidência exigida em auditorias alinhadas à ABNT NBR ISO 22000:2019.

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Página revisada pela equipe técnica de Equipamentos Industriais da Soluções Industriais. Última revisão: 20 de agosto de 2026. Conteúdo elaborado com base nas normas técnicas brasileiras vigentes e em referências de fabricantes homologados no marketplace.

Soluções Industriais — marketplace B2B ativo desde 2014, com mais de 50 mil fornecedores, 250 mil produtos e 3 milhões de negócios intermediados. Operado por DSW Soluções Digitais LTDA, CNPJ 14.777.835/0001-67.

Fontes técnicas citadas: ABNT NBR ISO 22000:2019, ABNT NBR ISO/IEC 17025:2017, ABNT NBR 5601, RDC Anvisa nº 275/2002, RDC Anvisa nº 216/2004, NR-12, IEC 60404-5, ASTM A977/A977M, ONU 2807 (material magnetizado).