Tentativas de fraude bancária sobem 21,5% em 2025
Em 2025, o setor bancário registrou um aumento de 21,5% nas tentativas de fraude, totalizando quase 1,9 milhões de casos, resultando em prejuízos estimados em R$ 15,7 bilhões. É essencial adotar medidas preventivas e tecnologias de detecção para se proteger contra essas fraudes.
No primeiro trimestre de 2025, o setor bancário e de cartões registrou quase 1,9 milhões de tentativas de fraude, segundo dados da Serasa Experian. Este aumento de 21,5% em relação ao ano anterior destaca a crescente sofisticação dos golpistas. Com prejuízos potenciais que poderiam ultrapassar R$ 15,7 bilhões, a necessidade de proteção financeira é mais urgente do que nunca.
Aumento das tentativas de fraude em 2025
Em 2025, o número de tentativas de fraude no setor bancário e de cartões disparou, atingindo quase 1,9 milhões apenas no primeiro trimestre.
Este aumento de 21,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior evidencia a intensificação das atividades fraudulentas.
Os criminosos estão cada vez mais sofisticados, utilizando tecnologias avançadas para enganar consumidores e instituições financeiras.
As fraudes com cartões de crédito lideram as estatísticas, com 53,8% dos brasileiros relatando já terem sido vítimas ou conhecerem alguém que foi.
A Serasa Experian, através de seu Indicador de Tentativas de Fraude, destacou que o sistema financeiro concentrou 54% de todas as tentativas registradas entre janeiro e março deste ano. Isso reflete a vulnerabilidade do setor e a necessidade urgente de medidas de segurança mais eficazes.
Impacto financeiro e setores mais afetados
O impacto financeiro das tentativas de fraude no setor bancário é alarmante. Caso fossem bem-sucedidas, essas ações poderiam ter gerado um prejuízo superior a R$ 15,7 bilhões, segundo dados da Serasa Experian.
O sistema financeiro foi o mais afetado, concentrando 54% de todas as tentativas de fraude registradas entre janeiro e março de 2025.
A fraude com cartões de crédito continua sendo a mais comum e temida, com 27,5% dos entrevistados indicando-a como a mais preocupante.
Além do setor financeiro, outros segmentos também foram impactados, como serviços (31,9%), instituições financeiras (6,7%), telefonia (5,7%) e varejo (1,7%).
Esses números destacam a abrangência do problema e a necessidade de vigilância constante em diversos setores da economia.



