Indústria e Tendências

Queijo colonial do Paraná conquista Indicação Geográfica

O queijo colonial do Sudoeste do Paraná, agora com Indicação Geográfica (IG), valoriza a produção artesanal em 42 municípios, impulsiona a economia local, preserva a tradição italiana e resulta de parcerias estratégicas, como Sebrae/PR e IDR-Paraná, abrindo novos mercados e destacando a qualidade do produto.

O queijo colonial do Sudoeste do Paraná recebeu recentemente a Indicação Geográfica (IG), um reconhecimento importante para a produção artesanal local. Esse registro, concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), abrange 42 municípios e promete abrir novos mercados para os produtores, agregando valor ao produto.

Impacto econômico da Indicação Geográfica

A conquista da Indicação Geográfica (IG) para o queijo colonial do Sudoeste do Paraná representa um marco econômico significativo para a região.

Com a certificação, os produtores locais podem acessar novos mercados, aumentando o valor agregado de seus produtos.

Essa valorização não apenas melhora a renda dos produtores, mas também fortalece a economia local ao atrair investimentos e aumentar a visibilidade da região.

O reconhecimento como IG pode resultar em um aumento na demanda pelo queijo colonial, incentivando a expansão da produção e a criação de empregos.

Além disso, a IG serve como um diferencial competitivo, destacando a qualidade e a autenticidade do produto, o que é um atrativo para consumidores que buscam produtos de origem certificada.

Além dos benefícios diretos para os produtores, a IG tem o potencial de impulsionar o turismo na região, atraindo visitantes interessados em conhecer o processo de produção artesanal e degustar o queijo in loco.

Essa movimentação pode gerar receitas adicionais para outros setores, como o de serviços e hospitalidade, criando um ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico regional.

Apoio e parcerias para a conquista

A obtenção da Indicação Geográfica (IG) para o queijo colonial do Sudoeste do Paraná foi um esforço coletivo que contou com o apoio de diversas instituições e parcerias estratégicas.

O Sebrae/PR desempenhou um papel essencial, oferecendo suporte técnico e orientação ao longo de todo o processo de certificação.

Além do Sebrae/PR, o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná/Iapar/Emater), a Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), prefeituras locais e os próprios produtores da região estiveram envolvidos ativamente.

Esse trabalho conjunto foi essencial para superar desafios e atender às exigências técnicas necessárias para a certificação.

Essas parcerias não apenas facilitaram a obtenção da IG, mas também promoveram eventos importantes, como o Inova Queijo, e qualificações para os produtores.

A união de esforços reforça a importância do trabalho colaborativo para o fortalecimento da economia local e a valorização do queijo colonial como um produto de excelência.

*Com informações Agência Sebrae

Jéssica Rocha

Colunista no segmento Indústria e Tendências | Diretora de Operações com atuação direta em áreas Operacionais, Comerciais, de Marketing, Tecnologia, entre outras, sempre atenta às tendências globais que impactam a indústria, o mercado empresarial e a economia mundial.

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