FMI prevê crescimento econômico do Brasil de 2,1% em 2026
O FMI prevê um crescimento econômico de 2,1% para o Brasil em 2026, mas alerta que tarifas dos EUA podem resultar em perdas de R$ 175 bilhões no PIB, levando o governo brasileiro a planejar medidas para mitigar esses impactos.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima sua previsão de crescimento econômico para o Brasil em 2026, estimando um aumento de 2,1% no PIB. Essa revisão representa uma leve alta em relação à projeção anterior, mas ainda indica uma desaceleração comparada a 2025. As previsões consideram as políticas comerciais vigentes, sem incluir as tarifas de 50% impostas pelos EUA.
Projeções do FMI para o Brasil em 2026
O Fundo Monetário Internacional (FMI) recentemente atualizou suas projeções para o crescimento econômico do Brasil em 2026, elevando a previsão para 2,1%.
Essa revisão representa um aumento modesto de 0,1 ponto percentual em relação à estimativa anterior divulgada em abril.
Apesar dessa melhoria, a projeção ainda reflete uma desaceleração em comparação com a taxa de crescimento esperada para 2025, que é de 2,3%.
As previsões do FMI são baseadas nas políticas comerciais atualmente em vigor, o que significa que não consideram mudanças futuras, como a possível imposição de tarifas de 50% pelos Estados Unidos.
Essas tarifas, que devem entrar em vigor em agosto, poderiam impactar negativamente a economia brasileira, mas não foram incluídas nas projeções atuais do FMI. Portanto, o relatório assume que as políticas atuais permanecerão inalteradas.
Além disso, as previsões do FMI para o Brasil estão alinhadas com as expectativas para outras economias emergentes e em desenvolvimento, que também foram ajustadas para cima.
No entanto, o crescimento projetado para o Brasil é um pouco mais conservador em comparação com a média regional, refletindo desafios específicos enfrentados pelo país, como a política monetária restritiva e as incertezas comerciais globais.



