Preço do ovo sobe 19,44% em março e pressiona IPCA-15
O preço do ovo aumentou 19,44% em março, conforme o IPCA-15 do IBGE, impactando o orçamento das famílias, especialmente as de menor renda, devido à pressão inflacionária nos alimentos.
O preço do ovo subiu 19,44% em março, conforme o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado pelo IBGE. Essa alta impacta o orçamento das famílias brasileiras, já que o ovo é um item básico na alimentação.
Aumento do Preço do Ovo em Março
O mês de março trouxe um aumento significativo no preço do ovo, que registrou uma alta de 19,44% em comparação a fevereiro.
Esse aumento foi capturado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), uma prévia da inflação calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A elevação no preço do ovo reflete a pressão inflacionária sobre os alimentos, que têm sido um dos principais vilões do orçamento doméstico.
Os ovos de galinha, um dos alimentos mais consumidos pelas famílias brasileiras, tiveram um aumento expressivo, contribuindo para a variação de 1,09% do grupo Alimentação e Bebidas no índice.
Essa alta pode ser atribuída a fatores como o aumento dos custos de produção e a demanda elevada, que acabam impactando diretamente o preço final ao consumidor.
O impacto desse aumento é sentido principalmente nas classes de menor renda, que dependem dos ovos como uma fonte acessível de proteína.
Outros alimentos também registram alta
Além do ovo, outros itens essenciais da alimentação contribuíram para o avanço da inflação em março, conforme o IPCA-15.
O tomate teve aumento de 12,57%, impulsionado por questões sazonais e climáticas que afetaram a oferta. O café moído também apresentou alta expressiva de 8,53%, refletindo a elevação dos custos de produção e exportação.
Por sua vez, as frutas registraram variação de 1,96%, o que manteve a tendência de encarecimento de itens in natura.
A alimentação fora do domicílio também subiu, com alta de 0,66%, o que evidencia o repasse da inflação dos alimentos para os serviços, como refeições em restaurantes e lanchonetes.
Esses aumentos reforçam a pressão inflacionária sobre o orçamento das famílias, especialmente em um contexto de renda comprimida e consumo básico elevado.



