Varejo brasileiro enfrenta queda em abril após três meses de crescimento
Em abril de 2025, o varejo brasileiro teve uma queda de 0,4% após três meses de crescimento, afetado principalmente por setores como hipermercados e combustíveis, enquanto segmentos como livros e vestuário mostraram resistência.
O varejo brasileiro apresentou uma queda de 0,4% em abril de 2025, marcando uma desaceleração após três meses seguidos de crescimento. Este resultado reflete uma estabilização após o recorde atingido em março, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) divulgada pelo IBGE.
Desempenho do varejo em abril
O desempenho do varejo em abril de 2025 apresentou uma leve queda de 0,4% em relação a março, conforme divulgado pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do IBGE.
Este resultado ocorre após três meses consecutivos de crescimento, que culminaram em um patamar recorde em março. A estabilidade observada em abril é atribuída ao efeito base, já que o índice anterior havia alcançado níveis históricos.
Entre as atividades investigadas, houve um equilíbrio entre taxas positivas e negativas. No entanto, as perdas mais significativas foram registradas nos setores de Combustíveis e lubrificantes (-1,7%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,3%).
O setor de Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo também apresentou um recuo de 0,8%, destacando-se por ser a atividade com maior peso no índice geral.
Por outro lado, alguns setores conseguiram apresentar crescimento, como o grupo de Livros, jornais, revistas e papelaria, que teve um aumento de 1,6%, e Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que subiu 1,0%.
Esses dados refletem a complexidade e a diversidade do cenário varejista brasileiro, onde diferentes segmentos enfrentam desafios e oportunidades distintas.



