Trump critica agenda “Woke” e retira EUA da UNESCO novamente
Donald Trump anunciou a retirada dos EUA da UNESCO, citando o apoio da agência a causas culturais consideradas “woke”. A saída, programada para 31 de dezembro de 2026, pode ter consequências financeiras para a UNESCO e afastar os Estados Unidos de debates culturais e educacionais globais.
Donald Trump ordenou a saída dos Estados Unidos da UNESCO, repetindo uma ação de seu primeiro mandato. A decisão, que entra em vigor em 31 de dezembro de 2026, foi justificada pela Casa Branca como uma resposta às causas culturais “woke” apoiadas pela agência, consideradas divisivas e contrárias às políticas preferidas pelo presidente.
Impactos da saída dos EUA da UNESCO
A saída dos Estados Unidos da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura pode ter várias repercussões tanto para a entidade quanto para as relações internacionais.
A UNESCO, que é responsável por promover a colaboração internacional em diferentes áreas, perderá uma contribuição significativa de seu orçamento, já que os EUA representam cerca de 8% do financiamento total.
Além do impacto financeiro, a decisão pode enfraquecer a influência dos EUA em discussões culturais e educacionais globais, abrindo espaço para que outras nações assumam um papel de liderança nessas áreas.
A retirada também pode ser vista como um afastamento dos esforços multilaterais para enfrentar desafios globais, o que poderia isolar ainda mais os EUA no cenário internacional.
Internamente, a decisão reflete uma postura política de rejeição a agendas consideradas “woke” e divisivas, alinhando-se à política externa “America First” (“América em primeiro lugar”) defendida por Trump.
Essa posição pode ressoar com certos segmentos do eleitorado americano que compartilham dessas preocupações, mas também pode atrair críticas de grupos que valorizam a cooperação internacional e a diversidade cultural promovida pela UNESCO.



