Infraestrutura portuária do Brasil impulsiona exportação de carne bovina
A infraestrutura portuária nacional foi um dos principais motores da expansão das exportações de carne bovina em 2025. O aumento no volume movimentado por corredores como Santos e Paranaguá acompanhou a escalada do Brasil no mercado internacional, consolidando o país como líder mundial do setor.
A infraestrutura portuária brasileira teve papel decisivo no avanço das exportações de carne bovina em 2025, com terminais estratégicos ampliando embarques e ganhando protagonismo no comércio exterior. Portos como Santos, Paranaguá e São Francisco do Sul concentraram volumes recordes e ajudaram o Brasil a se consolidar como o maior produtor e exportador mundial, à frente dos Estados Unidos.
Desempenho dos Principais Portos
O Brasil consolidou em 2025 sua posição como principal potência mundial na carne bovina, superando os Estados Unidos e assumindo o posto de maior produtor e exportador global do produto.
O avanço das vendas externas foi acompanhado por uma forte movimentação nos portos brasileiros, que operaram em alta para atender ao aumento dos embarques destinados ao mercado internacional.
O Porto de Santos, em São Paulo, manteve a liderança como principal via de exportação do agronegócio. No ano, o terminal movimentou 1,7 milhão de toneladas de carne bovina, registrando crescimento de 13,3% em relação a 2024, resultado que reafirma sua importância na logística do setor.
O Porto de Paranaguá, no Paraná, também teve desempenho expressivo e se consolidou como o maior corredor de exportação de proteína animal congelada, incluindo carnes bovina, suína e de frango.
No Sul do país, o Porto de São Francisco do Sul, em Santa Catarina, ganhou espaço como terceira alternativa relevante para o envio da carne bovina ao exterior.
Com alta de 20% nos embarques, o terminal movimentou 180 mil toneladas em 2025, ampliando as rotas disponíveis para exportadores.
O bom desempenho das exportações também se refletiu em receita. O Brasil alcançou um recorde de US$ 18 bilhões com as vendas externas de carne bovina, crescimento de 39,31% em comparação ao ano anterior.
O resultado reforça o peso econômico do setor e a expansão da presença brasileira em mercados da Europa, Ásia e países árabes, mesmo com as tarifas dos Estados Unidos.
Com volumes crescentes e demanda internacional sustentada, o país segue ampliando sua competitividade no comércio global de carnes, consolidando uma posição de liderança que redefine o equilíbrio do setor no cenário internacional.



