O exame toxicológico será obrigatório para a obtenção da primeira habilitação em 2026, incluindo as categorias A e B, e é capaz de detectar substâncias como cocaína e maconha.
O exame toxicológico passará a ser exigido para quem busca a primeira habilitação no Brasil a partir de 2026. A medida amplia a obrigatoriedade, antes restrita a motoristas profissionais, e passa a incluir candidatos às categorias A e B, como parte de ações voltadas à segurança no trânsito.
Como é feito o exame toxicológico?
A partir de 2026, o exame toxicológico passará a ser exigido também para quem busca a primeira habilitação nas categorias A e B, ampliando uma regra que até então se aplicava apenas a motoristas profissionais das categorias C, D e E.
A mudança faz parte de medidas voltadas ao aumento da segurança no trânsito e ao controle do uso de substâncias ilícitas entre condutores.
O teste é capaz de identificar o consumo de drogas como cocaína, maconha, anfetaminas e opiáceos, analisando um período prolongado que pode variar entre 90 e 180 dias.
A coleta é feita a partir de amostras de cabelo ou pelos corporais, como braços, pernas, tórax, axilas ou região pubiana, permitindo uma avaliação mais abrangente do histórico de uso de substâncias.
Com a ampliação da exigência, todos os novos condutores deverão apresentar resultado negativo no exame para obter a Carteira Nacional de Habilitação.
A medida busca reforçar a prevenção de acidentes e garantir que motoristas estejam em condições adequadas para dirigir, reduzindo riscos nas vias.
