Google é acusado de usar Gemini para espionar usuários
O Google enfrenta acusações de espionagem após alegações de que utilizou sua ferramenta de inteligência artificial, Gemini, para rastrear comunicações privadas de usuários sem consentimento. A denúncia, apresentada nos Estados Unidos, aponta que o Gemini foi ativado secretamente em serviços como Gmail, Chat e Meet, levantando preocupações sobre privacidade.
Google sob acusação de espionagem com IA
O Google está no centro de uma polêmica envolvendo sua ferramenta de inteligência artificial Gemini. A empresa foi acusada de usar essa tecnologia para espionar usuários de seus serviços, como Gmail, Chat e Meet, sem o devido consentimento.
A denúncia, apresentada em um tribunal federal nos Estados Unidos, alega que o Google ativou secretamente o Gemini para coletar dados privados.
De acordo com a ação judicial, a ativação ocorreu em outubro, quando a empresa supostamente permitiu que o Gemini acessasse e explorasse comunicações privadas, incluindo e-mails e anexos.
Embora haja uma opção para desativar a ferramenta, ela estaria escondida nas configurações de privacidade, dificultando para os usuários desligá-la.
A legislação dos EUA proíbe a interceptação de comunicações sem consentimento, e a acusação sugere que o Google violou essa norma ao implementar o Gemini sem notificação prévia aos usuários.
O caso reacende o debate sobre o uso ético de tecnologias avançadas e a necessidade de transparência das grandes empresas de tecnologia em relação ao tratamento de dados pessoais.



