Huawei nega que Pangu Pro seja cópia de modelo do Alibaba
A Huawei negou as alegações de que seu modelo Pangu Pro teria copiado o Qwen 2.5 da Alibaba, afirmando que seu desenvolvimento foi independente e que trouxe inovações em sua arquitetura. As acusações feitas pela HonestAGI provocaram debates na comunidade de inteligência artificial.
A Huawei, através de seu laboratório de inteligência artificial Noah Ark Lab, rejeitou as alegações de que seu modelo Pangu Pro copiou elementos de um modelo do Alibaba. A empresa afirma que o modelo foi desenvolvido e treinado de forma independente, destacando inovações na arquitetura e características técnicas.
Huawei refuta alegações de cópia de modelo
A Huawei saiu em defesa de seu modelo de inteligência artificial Pangu Pro, após questionamentos levantados por um artigo da entidade HonestAGI, que apontava similaridades entre o sistema da empresa e o Qwen 2.5, desenvolvido pela Alibaba.
As suspeitas sugeriam que a gigante chinesa poderia ter aproveitado elementos técnicos do modelo rival, reutilizando componentes ou estruturas já desenvolvidas pela Alibaba em vez de criar uma arquitetura original.
Em resposta às alegações, o Noah Ark Lab, laboratório de pesquisa da Huawei, negou qualquer tipo de reaproveitamento ou dependência de sistemas concorrentes.
Segundo o comunicado, o Pangu Pro foi concebido com tecnologia própria e treinado de forma autônoma, utilizando exclusivamente os chips Ascend, componentes de processamento desenvolvidos pela própria empresa.
A equipe também ressaltou que qualquer recurso de código aberto usado no projeto respeitou os termos de licenciamento exigidos, embora não tenham sido revelados quais bibliotecas ou modelos serviram de base.
O posicionamento buscou reforçar a legitimidade da construção técnica do modelo, que, segundo a Huawei, representa um avanço significativo dentro do ecossistema de IA da empresa.



