Cases e Análises

Energia solar impulsiona produção de aves e suínos na BRF

A BRF aumentou o uso de energia solar, alcançando mais de 60% de sua produção de aves e suínos com essa fonte renovável, resultando em uma economia de 95% nos custos de energia e uma significativa redução das emissões de carbono.

A BRF deu um passo importante em direção à sustentabilidade ao ampliar o uso de energia solar em suas operações. Hoje, mais de 60% da produção de aves e suínos da companhia já utiliza essa fonte renovável, garantindo não apenas redução expressiva de emissões de carbono, mas também economia de 95% nos custos de energia para seus produtores integrados.

Crescimento da energia solar na produção

O crescimento da utilização de energia solar pela BRF representa um marco significativo na busca por práticas sustentáveis na agropecuária.

Desde 2023, a empresa vem intensificando a implementação de painéis solares fotovoltaicos em suas unidades de produção e nas granjas de produtores integrados.

Essa iniciativa visa não apenas a redução do impacto ambiental, mas também a otimização dos custos operacionais.

Com a adesão de mais de quatro mil produtores integrados, distribuídos por sete estados brasileiros e na Turquia, a BRF conseguiu elevar o uso de energia solar na produção de aves e suínos para mais de 60%.

Esse avanço reflete o compromisso da empresa com a transição para uma matriz energética mais limpa e eficiente.

A utilização de energia solar não só contribui para a descarbonização da cadeia produtiva, mas também oferece benefícios econômicos significativos.

Os produtores integrados, por exemplo, têm observado uma economia média de 95% nos custos de energia elétrica, o que fortalece a viabilidade econômica dessa tecnologia no setor agropecuário.

Benefícios econômicos e ambientais

No aspecto econômico, a transição para fontes renováveis tem proporcionado uma significativa redução nos custos de energia elétrica para os produtores integrados, com uma economia média de 95%.

Esse alívio financeiro permite que os produtores reinvistam em suas operações, aumentando a competitividade e a sustentabilidade a longo prazo.

Além dos benefícios econômicos, os impactos ambientais são igualmente notáveis. A adoção de energia solar contribui para a redução das emissões de carbono, alinhando-se às metas de descarbonização da BRF, que visam cortar 51% das emissões diretas até 2032.

Essa estratégia não apenas melhora a pegada ambiental da empresa, mas também reforça seu compromisso com práticas de produção mais sustentáveis.

Outro aspecto ambiental relevante é a capacidade de geração de energia solar pelas granjas parceiras, que já é suficiente para abastecer uma cidade com cerca de 230 mil habitantes, como Hortolândia, em São Paulo.

Isso demonstra o potencial de expansão e impacto positivo que a energia solar pode ter quando integrada a grande escala na produção agropecuária.

Fonte: Época Negócios

Willian Souza

Colunista no segmento Cases e Análises | C.O.O. no Grupo Ideal Trends, com ampla experiência como líder de operações e gerente de projetos. Também possui vasta experiência em marketing digital, tecnologia, inovações, gerenciamento de equipes, análise estratégica de mercados e competitividade industrial.

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