Auditoria veterinária japonesa avalia serviço brasileiro para carne bovina

Entre 9 e 13 de junho, auditores japoneses avaliaram o Serviço Veterinário Oficial do Brasil em três estados, uma etapa fundamental para a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira, evidenciando a confiabilidade do sistema sanitário nacional.

Entre 9 e 13 de junho, o Brasil recebeu uma missão oficial de auditores do Ministério da Agricultura do Japão. Essa auditoria veterinária faz parte do processo para abrir o mercado japonês à carne bovina brasileira. A missão incluiu visitas a Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, avaliando o Serviço Veterinário Oficial.

Visita aos estados e estruturas locais

Como parte das tratativas para viabilizar a entrada da carne bovina brasileira no mercado japonês, especialistas enviados por Tóquio realizaram uma missão de avaliação entre os dias 9 e 13 de junho em três estados do Sul do país.

Em Santa Catarina, os inspetores visitaram instalações ligadas à defesa agropecuária em Biguaçu. Lá, foram apresentados os procedimentos de fiscalização em campo e as ações conjuntas que envolvem diferentes esferas administrativas na proteção da saúde dos rebanhos.

No Rio Grande do Sul, a agenda incluiu a observação de atividades operacionais na fronteira com a Argentina, em Uruguaiana.

A equipe técnica teve contato com iniciativas de vigilância ativa que monitoram permanentemente possíveis riscos sanitários, uma prática vista como referência regional para detecção precoce de doenças.

A etapa no Paraná contemplou a análise do funcionamento de escritórios locais em Cascavel e, posteriormente, uma reunião em Curitiba com representantes do Ministério da Agricultura.

Durante o encontro, os auditores receberam um panorama atualizado sobre a estrutura nacional de controle sanitário, incluindo estratégias voltadas à prevenção da febre aftosa.

Com a missão, o Japão busca aprofundar seu conhecimento sobre os mecanismos adotados pelo Brasil para garantir a qualidade e segurança dos produtos de origem animal. A conclusão do processo poderá abrir caminho para novas parcerias comerciais no setor de proteína bovina.

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