Indústria e Tendências

Capim-elefante da Embrapa impulsiona energia renovável

O capim-elefante da Embrapa é uma alternativa promissora para a produção de energia renovável, destacando-se pela alta produtividade e poder calorífico competitivo. É utilizado na indústria cimenteira e em pesquisas para biogás e etanol, oferecendo uma solução sustentável e econômica para aplicações em bioenergia.

O capim-elefante BRS Capiaçu, desenvolvido pela Embrapa, está se destacando como uma solução promissora na geração de energia renovável. Com uma produtividade superior a outras cultivares, ele atrai a atenção da indústria para aplicações em bioenergia, como cimenteiras e produção de biogás.

Capim-elefante como alternativa energética

O capim-elefante BRS Capiaçu está se consolidando como uma alternativa viável para a geração de energia renovável, devido ao seu alto rendimento de biomassa.

Com capacidade de produzir cerca de 50 toneladas de matéria seca por hectare ao ano, ele supera outras cultivares no mercado, atraindo a atenção de diversos setores industriais.

Um dos principais atrativos do capim-elefante é seu poder calorífico, que se mostra competitivo em comparação com combustíveis fósseis tradicionais, como o coque de petróleo.

Isso o torna uma opção sustentável e economicamente viável para indústrias que buscam reduzir sua pegada de carbono.

Além de seu uso em altos-fornos na indústria cimenteira, o capim-elefante está sendo estudado para outras aplicações em bioenergia, como a produção de biogás, biometano e etanol de segunda geração.

Com essas iniciativas, o capim-elefante se posiciona como uma solução estratégica para o futuro energético sustentável do Brasil.

Jéssica Rocha

Colunista no segmento Indústria e Tendências | Diretora de Operações com atuação direta em áreas Operacionais, Comerciais, de Marketing, Tecnologia, entre outras, sempre atenta às tendências globais que impactam a indústria, o mercado empresarial e a economia mundial.

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