Costa Rica autoriza exportação de castanha-do-Brasil com e sem casca
O Brasil agora pode exportar castanha-do-Brasil para a Costa Rica, o que amplia seu mercado internacional. Este produto amazônico é sustentável, possui alto valor nutricional e ajuda na conservação ambiental, reforçando a reputação do Brasil como fornecedor de alimentos de qualidade.
A recente autorização para a exportação de castanha-do-Brasil para a Costa Rica marca um avanço significativo nas relações comerciais entre os dois países. Este produto, um dos principais da sociobiodiversidade amazônica, é reconhecido por seu valor nutricional e produzido de forma sustentável, reforçando o compromisso do Brasil com a conservação ambiental.
Costa Rica libera entrada de castanha-do-Brasil no país
As autoridades sanitárias da Costa Rica autorizaram oficialmente a exportação de castanha-do-Brasil, tanto com casca quanto sem casca.
A decisão, divulgada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, representa um passo importante para ampliar o comércio do produto brasileiro no mercado internacional, garantindo que os embarques atendam aos requisitos sanitários estabelecidos pelo país centro-americano.
A castanha-do-Brasil, também conhecida como castanha-da-Amazônia ou castanha-do-Pará, é uma das principais oleaginosas exportadas pelo Brasil.
Rica em proteínas, gorduras saudáveis e minerais como selênio e magnésio, a castanha é valorizada tanto na indústria alimentícia quanto no mercado de produtos naturais.
Seu sabor característico e alto valor nutricional fazem com que seja amplamente utilizada em confeitaria, barras de cereais, suplementos e alimentos gourmet.
A autorização da Costa Rica abrange dois formatos de exportação: a castanha com casca, que preserva melhor o produto durante o transporte, e a castanha sem casca, pronta para o consumo e utilizada em diferentes segmentos industriais.
Com essa liberação, o Brasil amplia suas oportunidades comerciais em um mercado que valoriza produtos naturais e de alto valor agregado, fortalecendo a presença da castanha-do-Brasil no comércio global.
Além disso, a decisão abre espaço para produtores e exportadores diversificarem destinos, ampliando o potencial econômico da cadeia produtiva da castanha.



