74% dos empresários classificam infraestrutura do Norte como precária
A região Norte do Brasil, rica em recursos naturais e biodiversidade, enfrenta desafios de infraestrutura que afetam seu desenvolvimento. A CNI propõe melhorias em transporte, energia e saneamento, enquanto empresários ressaltam a importância de investimentos para superar esses obstáculos e promover um crescimento sustentável e inclusivo.
A infraestrutura do Norte do Brasil enfrenta críticas severas, com 74% dos industriais considerando-a regular, ruim ou péssima. Este cenário impacta diretamente a economia e o desenvolvimento sustentável da região. O estudo da CNI destaca desafios em transportes, energia e saneamento, além de propostas para melhorias significativas.
Infraestrutura precária limita o desenvolvimento do Norte
CNI propõe plano para acelerar a infraestrutura do Norte
A região Norte do Brasil enfrenta um déficit de infraestrutura que limita o desenvolvimento econômico e social, indica estudo da CNI.
Para 74% dos empresários industriais locais, a infraestrutura é classificada como regular, ruim ou péssima, ante média nacional de 45%.
A CNI apresenta uma agenda de soluções para acelerar a infraestrutura no Norte do Brasil, com foco em obras estratégicas e ganho de eficiência logística.
As prioridades incluem a ampliação da navegabilidade da hidrovia Araguaia–Tocantins e a conclusão de projetos rodoviários e ferroviários para integrar polos produtivos aos mercados interno e externo.
As medidas também contemplam a modernização do fornecimento de energia, a expansão de redes de telecomunicações e a universalização do saneamento básico em áreas urbanas e industriais.
A expectativa é reduzir custos logísticos, aumentar a confiabilidade do abastecimento, elevar a produtividade e criar um ambiente mais competitivo para novos empreendimentos.
Segundo o estudo, a implementação coordenada dessas obras pode consolidar o Norte como corredor de exportação e hub de crescimento sustentável, com geração de empregos, diversificação da base industrial e ampliação da participação regional na economia nacional.



