Tecnologia genética aumenta produção de muçarela de búfala
Pesquisadores em São Paulo criaram um exame genético que identifica o gene da kappa-caseína em búfalas, o que aumenta a produtividade na produção de muçarela de búfala. Essa inovação melhora a eficiência da fabricação de queijo, reduz custos e valoriza os rebanhos ao selecionar animais com maior potencial de rendimento.
Pesquisadores do Instituto de Zootecnia em São Paulo desenvolveram um exame genético inovador que promete revolucionar a produção de muçarela de búfala. Ao identificar o gene responsável pela kappa-caseína, proteína essencial no processo de coagulação do leite, a tecnologia aumenta a eficiência e rendimento na fabricação de queijo.
Exame genético e produtividade
O exame genético desenvolvido pelo Instituto de Zootecnia representa um avanço significativo para a produção de muçarela de búfala.
Este exame identifica a presença do gene responsável pela produção da proteína kappa-caseína, crucial para o processo de coagulação do leite.
A presença desse gene específico está associada a um maior rendimento na produção de queijo, tornando o processo mais eficiente e econômico.
Ao aplicar essa tecnologia, os produtores podem identificar quais animais possuem a versão mais produtiva do gene, permitindo uma seleção mais precisa e eficaz dos rebanhos.
Isso não apenas aumenta a produtividade, mas também reduz os custos de produção, já que o leite desses animais gera mais queijo por litro processado.
Além disso, essa inovação contribui para a valorização dos rebanhos, uma vez que os animais geneticamente selecionados possuem um potencial de rentabilidade superior.
Com isso, os produtores conseguem otimizar suas operações e aumentar a competitividade no mercado de queijos premium, onde a muçarela de búfala é altamente valorizada por seu sabor e qualidade exclusivos.



