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Nanossatélite do SENAI entra em testes críticos no INPE

O nanossatélite do SENAI está passando por testes importantes no INPE, como fit-check, vibração e termovácuo, para garantir sua resistência às condições do espaço. Após a aprovação na Acceptance Review, ele será lançado, contribuindo para áreas como meteorologia e monitoramento ambiental.

O nanossatélite Catarina-A2, desenvolvido pelo Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados, está prestes a enfrentar uma fase crucial de testes no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Entre os dias 13 e 17 de outubro, o satélite passará por rigorosos ensaios de aceitação no Laboratório de Integração e Testes, visando validar sua prontidão para o lançamento e operação em órbita.

Objetivo dos testes de aceitação

Os testes de aceitação do nanossatélite Catarina-A2 são fundamentais para garantir que o dispositivo esteja apto a suportar as condições adversas do espaço.

Realizados no Laboratório de Integração e Testes do INPE, em São José dos Campos, esses ensaios têm o objetivo de verificar a integridade estrutural e funcional do satélite.

O processo inclui simulações que replicam as condições de lançamento e operação em órbita, como vibrações intensas e variações extremas de temperatura.

Além disso, os testes ajudam a identificar possíveis falhas ou ajustes necessários antes da fase final de revisão, assegurando que o satélite opere conforme o esperado e cumpra suas funções de coleta de dados e comunicação com estações terrestres.

Próximos passos após a avaliação

Após a conclusão dos testes de aceitação, o nanossatélite Catarina-A2 passará pela Acceptance Review (AR), uma avaliação conduzida por uma banca externa.

Esta revisão é essencial para assegurar que o satélite atende a todos os critérios técnicos e de segurança antes de prosseguir para o lançamento.

Se aprovado na AR, o satélite estará apto para a fase de lançamento, onde será acoplado ao veículo lançador e preparado para a missão em órbita.

Este é um momento crucial, pois marca a transição do projeto do estágio de desenvolvimento e testes para a operação real no espaço.

Além disso, a equipe do projeto continuará monitorando o satélite para garantir que ele funcione conforme o planejado e cumpra seus objetivos de coleta de dados e comunicação.

Este acompanhamento é vital para o sucesso contínuo da missão e para a contribuição do satélite em áreas como meteorologia, agricultura e monitoramento ambiental.

Jéssica Rocha

Colunista no segmento Indústria e Tendências | Diretora de Operações com atuação direta em áreas Operacionais, Comerciais, de Marketing, Tecnologia, entre outras, sempre atenta às tendências globais que impactam a indústria, o mercado empresarial e a economia mundial.

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