USDA projeta alta de 2,3% na produção e 5% nas exportações de frango

O USDA prevê um aumento de 2,3% na produção de carne de frango no Brasil para 2025, totalizando 15,35 milhões de toneladas, com exportações crescendo quase 5%, alcançando 5,25 milhões de toneladas, refletindo a expansão do setor avícola impulsionada pela demanda global e melhorias nas práticas de produção.
A produção de frango no Brasil está prevista para crescer 2.3% em 2025, atingindo 15,35 milhões de toneladas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). As exportações também devem aumentar, chegando a 5,25 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de quase 5%. Esses números refletem a contínua expansão do setor avícola brasileiro.
Aumento na Produção e Exportação de Frango
O setor avícola brasileiro continua a demonstrar resiliência e crescimento, conforme indicado pelas projeções do USDA.
A produção de carne de frango no Brasil está projetada para aumentar em 2,3% até 2025, alcançando 15,35 milhões de toneladas.
Esse crescimento é impulsionado por diversos fatores, incluindo melhorias nas práticas de manejo e a crescente demanda por proteína animal no mercado global.
Além disso, as exportações de frango do Brasil também estão em ascensão, com um aumento previsto de quase 5% em 2025, totalizando 5,25 milhões de toneladas.
Essa expansão nas exportações reflete a competitividade do Brasil no cenário internacional, onde o país se destaca como um dos maiores exportadores mundiais de carne de frango.
A busca por mercados externos é motivada pelo aumento da demanda em regiões como o Oriente Médio e a Ásia, que valorizam a qualidade e o preço competitivo do produto brasileiro.
As empresas brasileiras têm investido em certificações e em práticas sustentáveis, o que tem aumentado a aceitação do frango brasileiro em mercados exigentes.
Esses números positivos são um indicativo do potencial de crescimento contínuo do setor, que se beneficia de uma infraestrutura robusta, políticas de incentivo à exportação e uma cadeia de produção eficiente.
No entanto, o setor deve continuar atento às flutuações do mercado global e às exigências sanitárias internacionais para manter sua posição de liderança.



