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tarugo de polietileno

O tarugo de polietileno é uma barra cilíndrica maciça de polietileno, fornecida como semiacabado para usinagem de peças técnicas em torno, fresadora e centro de usinagem. É comercializado em três famílias principais — PE-300 (PE-HD), PE-500 (PE-HMW) e PE-1000 (PE-UHMW) —, diferenciadas pela massa molar do polímero. A norma matriz do grau de altíssimo peso molecular é a ASTM D4020, que especifica os materiais de moldagem e extrusão de polietileno de ultra-alto peso molecular e fixa o limite de massa molar viscosimétrica acima de 3,1 milhões g/mol; no sistema internacional, a designação e os métodos de ensaio estão na ISO 11542-1 e na ISO 11542-2, enquanto a ISO 15527 trata dos requisitos de semiacabados moldados por compressão de PE-UHMW e PE-HD.

Cinco variáveis definem a compra: o grau do polímero, que determina resistência à abrasão e ao impacto; a densidade, entre 0,93 e 0,96 g/cm³ conforme ISO 1183, que serve para converter dimensão em peso na cotação; o par diâmetro e comprimento, tipicamente de 20 a 300 mm em barras de 1.000 ou 3.000 mm; o processo de fabricação, extrudado ou moldado por compressão, que muda o nível de tensões residuais; e a cor com aditivação, que vai do natural leitoso ao preto estabilizado contra radiação ultravioleta. Dureza é declarada em Shore D pelo método ASTM D2240 e as propriedades de tração pelo ASTM D638 — pedir esses dois valores na ficha técnica é a forma prática de conferir se o grau entregue corresponde ao grau vendido.

Quando a peça usinada entra em contato direto com alimentos — raspadores de laticínio, guias de esteira de frigorífico, tábuas e dosadores —, o material precisa atender às Resoluções ANVISA RDC 105/1999 e RDC 56/2012, e em auditorias de exportação costuma-se exigir também conformidade com o FDA 21 CFR 177.1520, que trata dos polímeros de olefina. A transformação do tarugo em peça envolve máquinas-ferramenta abrangidas pela NR-12, com exigência de proteções fixas e móveis, parada de emergência e operador capacitado. Como o polietileno apresenta fluência sob carga estática e grande dilatação térmica, a validação de componentes estruturais ou de segurança deve ser feita por profissional habilitado, e não apenas por analogia com a peça metálica que está sendo substituída.

Na Soluções Industriais, marketplace B2B com mais de 50 mil fornecedores cadastrados, mais de 250 mil produtos no catálogo e 3 milhões de negócios intermediados, o comprador compara cotações em três passos. Primeiro pesquisa o produto na plataforma, depois cota e recebe respostas de fornecedores com orçamentos alinhados às exigências técnicas, e por fim compara as opções para escolher a solução ideal para o negócio. O processo é gratuito para o comprador, conecta-o aos fornecedores adequados em até 24 horas e cobre cotações comparativas com confiança e segurança em uma única plataforma.

tarugo de polietileno

Aviso de segurança. Peças usinadas em polietileno destinadas a contato direto com alimentos devem usar grau com conformidade declarada às Resoluções ANVISA RDC 105/1999 e RDC 56/2012, com laudo emitido pelo fabricante da resina ou do semiacabado. A usinagem do tarugo em torno, fresa ou serra fita está sujeita à NR-12, incluindo proteções, dispositivos de parada de emergência e capacitação do operador. O dimensionamento estrutural de buchas, roletes e componentes sujeitos a carga contínua deve ser validado por profissional habilitado, pois o polietileno apresenta fluência significativa sob esforço estático.

Graus de tarugo de polietileno e suas propriedades

Os três graus comerciais partem do mesmo monômero e chegam a comportamentos bem distintos porque a massa molar muda a forma como as cadeias se emaranham. O PE-300 é um polietileno de alta densidade convencional, fácil de usinar e barato. O PE-500 ocupa a faixa de alto peso molecular, com ganho claro de resistência ao impacto. O PE-1000 é o polietileno de ultra-alto peso molecular, cuja resistência à abrasão supera a do aço carbono em ensaios de desgaste por areia — é ele que sustenta guias, sapatas e roletes em serviço contínuo. Todos são identificados pelo código 2 do sistema de simbologia da ABNT NBR 13230, o que não diferencia o grau: só a ficha técnica com densidade e massa molar faz essa distinção.

GrauDensidade (g/cm³)Massa molar típicaDureza Shore DFaixa de uso contínuoAplicação típica
PE-300 (PE-HD)0,95 a 0,96200 mil a 500 mil g/mol62 a 65-50 °C a +80 °CGabaritos, calços, flanges cegos, peças de forma sem atrito
PE-500 (PE-HMW)0,95 a 0,96cerca de 500 mil a 1,5 milhão g/mol60 a 64-100 °C a +80 °CRéguas, guias e sapatas de desgaste moderado
PE-1000 (PE-UHMW)0,93 a 0,94acima de 3,1 milhões g/mol (ASTM D4020)60 a 64-200 °C a +80 °CBuchas, roletes, engrenagens e peças de alta abrasão
PE-1000 aditivado0,93 a 1,05 conforme cargaacima de 3,1 milhões g/molvariável com o aditivoconforme aditivoVersões antiestática, autolubrificada, detectável por metal e anti-UV

PE-300, PE-500 ou PE-1000: escolha pela solicitação dominante

O grau se define pela solicitação predominante da peça, não pelo preço por quilo. Em contato deslizante a seco contra aço — guias de corrente, sapatas de transportador, roletes de mesa — o PE-1000 é o único dos três que sustenta desgaste contínuo sem virar consumível mensal, e seu coeficiente de atrito a seco na faixa de 0,10 a 0,20 dispensa lubrificação, o que é decisivo em ambiente onde graxa contamina o produto. Para peça de forma sem atrito relevante, como calço, batente, bucha de posicionamento ou uma engrenagem reta de baixa rotação e carga leve, o PE-300 resolve com custo bem menor e usinagem mais rápida. O PE-500 faz sentido no meio-termo: impacto e desgaste moderados, orçamento apertado. Quando a demanda é grande área de deslizamento e não peça torneada, o revestimento com PEAD em chapa costuma sair mais barato por metro quadrado do que usinar a superfície a partir do tarugo.

  • Atrito contínuo contra aço, minério ou grão: PE-1000.
  • Impacto a frio, abaixo de -50 °C: PE-1000, que mantém tenacidade até temperaturas criogênicas.
  • Peça de forma, gabarito, calço ou espaçador: PE-300.
  • Carga estática elevada e constante: reavaliar o polietileno, por causa da fluência.
  • Grande área de deslizamento: comparar chapa revestida contra peça usinada.

Extrudado ou moldado por compressão: o que muda na usinagem

Tarugo extrudado é produzido em processo contínuo e concentra tensões residuais internas: ao remover material assimetricamente no torno, a barra alivia essas tensões e a peça empena horas depois de pronta — falha frequente em buchas de parede fina e anéis de grande diâmetro. Tarugo moldado por compressão, disponível principalmente em diâmetros maiores, apresenta estrutura mais homogênea e menor distorção pós-usinagem, ao custo de preço por quilo mais alto. A prática que evita retrabalho é o recozimento de alívio de tensões antes do acabamento: aquecimento controlado próximo de 100 a 110 °C, patamar proporcional à espessura e resfriamento lento dentro do forno, sempre abaixo do ponto de fusão do PE-UHMW, que fica entre 130 e 135 °C. Peça crítica dimensionalmente pede desbaste, recozimento e só então acabamento final.

  • Baixa condutividade térmica: o calor do corte fica na peça e dilata o diâmetro durante a medição.
  • Ferramenta muito afiada, ângulo de saída alto e avanço generoso reduzem o calor gerado.
  • Refrigeração por ar comprimido é preferível a fluido de corte, que pode contaminar peça alimentícia.
  • Medir a peça só depois de estabilizada em temperatura ambiente, nunca logo após a usinagem.

Polietileno, poliamida ou acetal: comparativo para peças usinadas

A decisão real do comprador raramente é entre marcas de polietileno; é entre plásticos de engenharia. A poliamida (PA 6) tem mais rigidez e resistência à fluência, mas absorve de 2% a 3% de água em equilíbrio, incha e trava ajustes — o que a inviabiliza em frigorífico, lavagem cáustica e área externa úmida. O acetal (POM-C) oferece a melhor estabilidade dimensional e usinabilidade fina, com custo por quilo mais alto e menor tolerância a impacto. O PE-1000 ganha em abrasão, impacto a frio e atrito a seco e perde em rigidez. Contra metal, o polietileno reduz peso e elimina corrosão e ruído, mas não substitui tarugo de aço em componente estrutural com carga permanente; em bucha com carga alta, boa dissipação térmica e lubrificação disponível, o tarugo de latão continua sendo a escolha correta.

CritérioPE-1000 (UHMW)Poliamida (PA 6)Acetal (POM-C)
Absorção de águaabaixo de 0,01%2% a 3% em equilíbrio0,2% a 0,3%
Estabilidade dimensional com umidadepraticamente inalteradaincha e trava ajustesboa
Resistência à abrasãoa mais alta dos trêsmédiamédia
Rigidez e resistência à fluênciabaixaaltaalta
Atrito a seco contra açomuito baixomédiobaixo
Impacto em baixa temperaturaexcelente até faixa criogênicacai com o friomoderado
Colagem com adesivoexige tratamento de superfícieaceita adesivoexige preparo
Contato com alimentosgraus aprovados disponíveisgraus específicosgraus específicos

Modos de falha: dilatação, fluência, temperatura e colagem

Quatro erros de especificação respondem pela maior parte das devoluções neste nicho. O primeiro é ignorar a dilatação térmica: o polietileno expande de 0,15 a 0,20 mm por metro a cada grau Celsius, cerca de quinze vezes o aço, de modo que uma bucha ajustada em bancada a 20 °C pode agarrar no eixo a 60 °C — a folga diametral precisa ser calculada para a maior temperatura de serviço. O segundo é a fluência: sob carga estática permanente o PE deforma progressivamente, e peça de apoio dimensionada só pela tensão de ruptura solta ajuste em poucos meses. O terceiro é o limite térmico, com uso contínuo até cerca de 80 °C mesmo no PE-1000, que funde entre 130 e 135 °C. O quarto é a colagem: a baixa energia de superfície do polietileno faz o adesivo não aderir sem tratamento por chama, plasma ou corona — a união confiável é mecânica, por parafuso com folga para dilatação, ou por soldagem por extrusão com vareta do mesmo material.

  • Resistência química ampla a ácidos, álcalis e soluções salinas; ataque por hidrocarbonetos aromáticos, halogenados e oxidantes fortes.
  • Grau natural degrada sob radiação ultravioleta em uso externo prolongado; para exterior, especificar versão preta estabilizada.
  • Furos roscados diretamente no PE perdem torque com o tempo — preferir inserto metálico ou fixação passante.

Contato com alimentos, cores técnicas e versões aditivadas

No setor alimentício, o polietileno é o plástico técnico dominante justamente por não absorver água e suportar higienização frequente — é o mesmo polímero de base da mesa para açougue de polietileno e das guias de esteira de abatedouro. Para essa aplicação o grau precisa ter declaração de conformidade com as Resoluções ANVISA RDC 105/1999 e RDC 56/2012, e frequentemente também com o FDA 21 CFR 177.1520 quando há exportação. A cor deixou de ser estética e virou controle de processo: azul e verde facilitam a identificação visual de fragmentos em linha de alimento, e existe versão detectável por detector de metais ou raio X, que permite rejeitar automaticamente o produto contaminado por lasca da peça de desgaste. Complementam a família as versões antiestática, para atmosferas com pó combustível, autolubrificada com óleo incorporado e estabilizada contra ultravioleta.

O que define o preço e o que informar na cotação

Semiacabado plástico é cotado por quilo, e não por metro, o que torna o cálculo de massa parte da negociação: multiplique a área da seção pelo comprimento e pela densidade — uma barra de 100 mm de diâmetro por 1.000 mm em PE-1000, com densidade 0,93 g/cm³, pesa cerca de 7,3 kg. O preço por quilo sobe com o grau (o PE-UHMW custa múltiplos do PE-300), com o diâmetro acima da faixa extrudada corrente, com a moldagem por compressão, com cores especiais e com aditivos como detectabilidade e antiestático. Resina virgem custa mais que regenerada, mas material regenerado apresenta variação de densidade e de comportamento na usinagem — em peça dimensionalmente crítica ou de contato alimentício, a economia não se sustenta. Vale ainda checar o sobremetal: barras extrudadas costumam sair com diâmetro acima do nominal e tolerância larga, então o diâmetro comprado tem que cobrir o acabamento final da peça.

  • Grau desejado (PE-300, PE-500 ou PE-1000) ou a propriedade crítica, se houver dúvida.
  • Diâmetro nominal e comprimento, informando se aceita corte sob medida.
  • Quantidade em barras ou em quilos e previsão de recorrência.
  • Cor e aditivo necessários (natural, preto anti-UV, azul, detectável, antiestático).
  • Processo desejado: extrudado ou moldado por compressão.
  • Aplicação e temperatura de serviço, para o fornecedor validar o grau.
  • Exigência documental: ficha técnica com densidade, dureza Shore D e laudo de contato com alimentos, quando aplicável.

Como a Soluções Industriais cobre este nicho

Para tarugo de polietileno, a plataforma reúne 3 fornecedores verificados, presentes desde 2017, além da curadoria Amplitude Industrial. 2 atendem todo o território nacional e os demais cobrem praças regionais. Em uma única requisição, o comprador recebe cotações comparáveis de quem atende a sua região, dentro do SLA de 24 horas.

Cobertura por praçaFornecedores
Nacional2
MG / GO / MT / MS1

O que só a Soluções Industriais entrega neste nicho

  • Critério normativo que separa PE-1000 de PE-500: a ASTM D4020 fixa o corte de massa molar viscosimétrica acima de 3,1 milhões g/mol.
  • Regra de folga de projeto para buchas de PE, derivada do coeficiente de dilatação de 0,15 a 0,20 mm por metro a cada grau Celsius.
  • Procedimento de alívio de tensões antes da usinagem de tarugo extrudado, para evitar empeno após o desbaste.
  • Conversão de diâmetro em peso de barra, já que a cotação de semiacabado plástico é fechada por quilo e não por metro.
  • Comparativo de absorção de água entre PE-UHMW, poliamida e acetal como critério de escolha em ambiente úmido ou frigorífico.
  • Lista de aditivos que mudam a especificação: antiestático, autolubrificado, detectável por metal e estabilizado contra UV.
  • Checklist de dados que o comprador precisa reunir para que fornecedores devolvam orçamento comparável.
  • Fatores que movem o preço por quilo: grau, diâmetro, processo de fabricação, cor e origem virgem ou regenerada da resina.

Perguntas frequentes

Como saber se recebi PE-1000 e não PE-500 mais barato?

Visualmente os dois são quase idênticos. A verificação prática é documental: exigir ficha técnica com densidade conforme ISO 1183 (PE-UHMW fica em 0,93 a 0,94 g/cm³, abaixo do PE-HMW) e a massa molar viscosimétrica, que na ASTM D4020 precisa superar 3,1 milhões g/mol para o material ser classificado como ultra-alto peso molecular. Dureza Shore D pelo método ASTM D2240 e ensaio de tração pelo ASTM D638 completam a conferência.

Qual o diâmetro máximo de tarugo de polietileno disponível?

A faixa extrudada corrente vai de cerca de 20 mm a 300 mm de diâmetro, em barras de 1.000 mm ou 3.000 mm. Acima disso o fornecimento migra para barras moldadas por compressão ou para blocos de onde a peça é usinada, com preço por quilo mais alto e prazo maior. Sempre confirme se o diâmetro cotado é nominal ou já retificado, porque a barra extrudada costuma ter tolerância larga.

Como calcular quantos quilos preciso comprar?

Multiplique a área da seção pelo comprimento e pela densidade: peso em quilos igual a 0,785 vezes o diâmetro ao quadrado (em centímetros) vezes o comprimento (em centímetros) vezes a densidade, dividido por 1.000. Uma barra de 100 mm por 1 metro em PE-1000 pesa cerca de 7,3 kg; a mesma barra em PE-300, com densidade 0,95 g/cm³, pesa cerca de 7,5 kg. Some o sobremetal de usinagem à conta.

Dá para colar peças de polietileno?

Não de forma confiável sem preparo. A baixa energia de superfície do PE impede a ancoragem da maioria dos adesivos, sendo necessário tratamento prévio por chama, plasma ou descarga corona. Para união permanente, a alternativa técnica é a soldagem por extrusão com vareta do mesmo polímero; para união desmontável, fixação mecânica com folga que acomode a dilatação térmica.

Tarugo de polietileno reciclado serve para qualquer aplicação?

Não. Material regenerado tem variação de densidade, presença de contaminantes e comportamento menos previsível na usinagem, além de não poder receber declaração de conformidade com as Resoluções ANVISA RDC 105/1999 e RDC 56/2012 para contato direto com alimentos. Ele é aceitável em calços, gabaritos e peças não críticas, onde a economia por quilo compensa a variabilidade.

O polietileno resiste à limpeza com produtos químicos e vapor?

O PE resiste bem a ácidos diluídos, soda cáustica, detergentes alcalinos e soluções salinas, o que o torna adequado a rotinas de higienização industrial. A limitação é térmica: o uso contínuo fica em torno de 80 °C, então limpeza com vapor direto a alta temperatura pode deformar a peça. Também deve ser evitado contato prolongado com hidrocarbonetos aromáticos, solventes halogenados e oxidantes fortes.

Preciso de laudo específico para peças de máquina alimentícia?

Sim, quando há contato direto com o alimento. O fornecedor deve entregar declaração de conformidade do grau com as Resoluções ANVISA RDC 105/1999 e RDC 56/2012, e em cadeias de exportação costuma-se exigir também referência ao FDA 21 CFR 177.1520. Em linhas com controle de corpo estranho, avalie a versão detectável por detector de metais ou raio X.

A usinagem do tarugo exige algum cuidado de segurança específico?

As máquinas-ferramenta usadas no corte e na usinagem estão abrangidas pela NR-12, com exigência de proteções, dispositivos de parada de emergência e operador capacitado. Além disso, o cavaco de polietileno é leve, enrola na ferramenta e pode gerar carga eletrostática — usar quebra-cavaco, aspiração e, em ambiente com pó combustível, especificar o grau antiestático.

Solicitar orçamento gratuito

Para obter cotações comparativas de tarugo de polietileno, informe a especificação técnica completa, o volume estimado, o prazo de entrega aceitável e a região. Em até 24 horas você recebe propostas alinhadas ao perfil técnico e comercial da sua operação. O serviço da Soluções Industriais é gratuito para o comprador e dá acesso direto a mais de 50 mil fornecedores cadastrados no marketplace, com possibilidade de comparar múltiplas opções em poucos cliques.

Página revisada pela equipe técnica de Materiais Industriais da Soluções Industriais. Última revisão: 22 de agosto de 2026. Conteúdo elaborado com base nas normas técnicas brasileiras vigentes e em referências de fabricantes homologados no marketplace.

Soluções Industriais — marketplace B2B ativo desde 2014, com mais de 50 mil fornecedores, 250 mil produtos e 3 milhões de negócios intermediados. Operado por DSW Soluções Digitais LTDA, CNPJ 14.777.835/0001-67.

Fontes técnicas citadas: ASTM D4020, ISO 11542-1, ISO 11542-2, ISO 15527, ISO 1183, ASTM D638, ASTM D2240, ABNT NBR 13230, ANVISA RDC 105/1999, ANVISA RDC 56/2012, FDA 21 CFR 177.1520, NR-12.