Soluções Industriais

Exaustor de cozinha industrial

Exaustor de cozinha industrial é o conjunto motoventilador responsável por retirar o ar carregado de vapor, calor, fumos e partículas de gordura gerado na praça de cocção profissional e descarregá-lo em ponto seguro, normalmente acima da cobertura ou em fachada tratada. Ele trabalha sempre acoplado a um sistema: coifa de captação com filtros, rede de dutos estanque, eventual tratamento de fumos e ar de reposição. A norma matriz do conjunto no Brasil é a ABNT NBR 14518:2020, que trata de sistemas de ventilação para cozinhas profissionais e define requisitos de captação, materiais, estanqueidade e acesso para limpeza; a exigência sanitária de ventilação adequada em serviços de alimentação vem da RDC nº 216/2004 da Anvisa.

A especificação gira em torno de cinco variáveis. A primeira é a vazão em metros cúbicos por hora, calculada pela área e pela classe de carga térmica dos equipamentos sob a coifa. A segunda é a pressão estática em milímetros de coluna d'água, que depende do comprimento do duto, das curvas e da perda de carga dos filtros. A terceira é o tipo de rotor, que determina se o exaustor vence duto longo ou apenas descarga curta. A quarta é o material em contato com o ar sujo, entre inox AISI 304, AISI 430 e chapa galvanizada. A quinta é o nível de tratamento do ar antes da descarga, que vai do simples filtro inercial ao precipitador eletrostático ou lavador de gases, conforme a exigência do local e o tipo de cocção.

Do lado regulatório e de risco, a cozinha profissional concentra três frentes: incêndio, saúde ocupacional e vizinhança. Gordura depositada em duto mal dimensionado é combustível, e por isso a NFPA 96 e a ABNT NBR 14518:2020 exigem velocidade suficiente para manter as partículas em suspensão, portas de inspeção e programa de limpeza periódica. As partes móveis do conjunto motoventilador estão sob a NR-12, a exposição ao calor na praça de cocção é avaliada pela NR-15 anexo 3, e a instalação elétrica segue a ABNT NBR 5410:2004 e a NR-10. Projeto, dimensionamento e laudo de aprovação junto ao corpo de bombeiros devem ser assinados por engenheiro ou técnico habilitado, com responsabilidade técnica registrada.

Na Soluções Industriais, marketplace B2B com mais de 50 mil fornecedores cadastrados, mais de 250 mil produtos no catálogo e 3 milhões de negócios intermediados, o comprador compara cotações em três passos. Primeiro pesquisa o produto na plataforma, depois cota e recebe respostas de fornecedores com orçamentos alinhados às exigências técnicas, e por fim compara as opções para escolher a solução ideal para o negócio. O processo é gratuito para o comprador, conecta-o aos fornecedores adequados em até 24 horas e cobre cotações comparativas com confiança e segurança em uma única plataforma.

Aviso de segurança. Sistemas de exaustão de cozinha profissional envolvem risco de incêndio por acúmulo de gordura em dutos e exposição ocupacional a calor e fumos, temas tratados pela ABNT NBR 14518:2020, pela NR-12, pela NR-15 anexo 3 e pela NFPA 96. O dimensionamento, o traçado da rede, a descarga e o aterramento elétrico conforme a ABNT NBR 5410:2004 devem ser definidos por engenheiro ou técnico habilitado com ART ou TRT recolhida. As faixas apresentadas aqui são referência de especificação e não substituem projeto executivo nem a aprovação do corpo de bombeiros local.

O que diferencia o exaustor de cozinha industrial do modelo doméstico

A diferença não é de tamanho, é de regime de trabalho. Um exaustor profissional opera de 8 a 18 horas por dia movimentando ar a 40 °C ou mais, saturado de vapor e com aerossol de gordura que se deposita em toda superfície interna. Por isso o motor é dimensionado para serviço contínuo, com grau de proteção mínimo IP55 e isolamento classe F, e o rotor precisa ser balanceado e acessível para limpeza. Diferente de um exaustor de cozinha de uso residencial, que apenas recircula ar por filtro de carvão, o equipamento profissional trabalha em sistema aberto, obrigatoriamente conectado a uma rede de dutos com descarga externa e com filtros metálicos laváveis na coifa, conforme a ABNT NBR 14518:2020. Outra diferença prática é a existência de curva de desempenho ensaiada, normalmente segundo a ISO 5801:2017, que permite ao projetista verificar se o equipamento entrega a vazão prometida na pressão estática real da instalação.

Tipos de exaustor usados em cozinha profissional e onde cada um se aplica

A escolha do tipo de rotor é a primeira decisão do projeto e depende quase inteiramente da pressão estática que o sistema vai impor. Instalações com coifa próxima à fachada e duto curto aceitam solução axial. Assim que a rede passa de poucos metros, ganha curvas, filtros e chaminé vertical, o axial deixa de entregar vazão e o caminho é um exaustor centrífugo com rotor de pás para trás, que sustenta vazão mesmo com aumento de perda de carga e não sobrecarrega o motor se o filtro sujar. Em prédios com laje e cobertura acessível, o exaustor de telhado tipo upblast concentra a descarga vertical acima do telhado, afastando odor e ruído das aberturas do próprio edifício.

Tipo de exaustorVazão usual (m³/h)Pressão estática usual (mmca)Aplicação típicaPonto de atenção
Axial de parede ou dutado1.000 a 8.000até 25Cozinha pequena com descarga direta na fachadaPerde vazão rápido com curva e filtro sujo
Centrífugo pás para trás (limit load)1.500 a 20.00025 a 150Rede longa, chaminé vertical, filtro e lavadorOcupa mais espaço e exige base antivibratória
Centrífugo sirocco (pás para frente)1.000 a 12.00010 a 60Rede média em espaço reduzidoRotor de pás estreitas acumula gordura mais rápido
Exaustor de telhado upblast2.000 a 25.00015 to 80Descarga vertical acima da coberturaPrecisa de base estanque e coletor de gordura
Módulo motoventilador com lavador acoplado2.000 a 15.00040 a 120Churrascaria, fritura pesada e shoppingConsome água e gera efluente a tratar

Como calcular a vazão: perímetro da coifa e classe de carga térmica

Há dois métodos aceitos e o correto é usar o maior valor entre eles. O método do perímetro parte da fórmula vazão igual a perímetro livre da coifa multiplicado pela altura da borda, pela velocidade de captura e por 3.600; a velocidade de captura usual fica entre 0,25 e 0,50 m/s, subindo dentro dessa faixa em cozinhas com corrente de ar cruzada ou pé-direito alto. O método por carga térmica, referenciado pela ASHRAE Standard 154, associa vazão por metro linear de coifa à agressividade da cocção. Na prática de projeto, cocção leve como forno combinado e panela fica entre 800 e 1.100 m³/h por metro linear; cocção média com fogão e chapa entre 1.100 e 1.700; fritadeira e char-broiler entre 1.700 e 2.300; e churrasqueira a lenha ou carvão entre 2.300 e 3.000 m³/h por metro. É a coifa industrial que faz a captação, então errar a altura de instalação ou o avanço frontal em relação à borda do equipamento derruba a eficiência mesmo com o exaustor certo. Um teste simples de aceitação em campo é medir a velocidade na face aberta com anemômetro e verificar se o vapor de uma panela em fervura é totalmente arrastado, sem escapar pelas laterais.

Ar de reposição: o erro que faz o exaustor entregar metade da vazão

Este é o defeito mais comum em cozinha profissional brasileira. Todo ar exaurido precisa entrar por algum lugar. Quando não há insuflamento planejado, a cozinha fica em depressão, o ar entra forçado por frestas de porta, o exaustor passa a trabalhar contra pressão negativa e a vazão real cai muito abaixo da nominal. Os sintomas são clássicos: porta de câmara fria difícil de abrir, chama de queimador puxada para o lado, assobio em fresta, odor migrando do salão para a cozinha e ar-condicionado do salão sendo sugado pela coifa, elevando a conta de energia. A regra prática de projeto é repor de 80% a 85% da vazão exaurida por sistema dedicado, mantendo a cozinha levemente negativa em relação ao salão, na ordem de 5 Pa, para que o odor não migre no sentido contrário. Os 15% a 20% restantes vêm do salão por transferência controlada. A ABNT NBR 16401-3:2008 dá a base de vazão de ar exterior por ocupação para o restante da edificação e ajuda a fechar o balanço do prédio inteiro.

  • Verifique se o projeto prevê insuflamento dedicado e não apenas grelhas de transferência.
  • Em cozinha climatizada, ar de reposição sem tratamento joga carga térmica direto na praça de cocção.
  • Sistema com inversor de frequência permite corrigir o balanço depois do comissionamento sem trocar equipamento.
  • Meça a diferença de pressão entre cozinha e salão no recebimento da obra, não só a vazão do exaustor.

Material da coifa, do duto e do exaustor: quando o inox se paga

A escolha de material define durabilidade, facilidade de limpeza e uma parcela relevante do orçamento. A superfície em contato com alimento e com vapor precisa ser lisa, não absorvente e lavável, o que a RDC nº 216/2004 exige de qualquer superfície da área de manipulação. Para o corpo da coifa e o painel visível, o inox AISI 304 é o padrão porque resiste bem a detergente alcalino e desengraxante de uso diário. O AISI 430 é ferrítico, magnético e mais barato, aceitável em áreas secas e sem contato direto com produto de limpeza agressivo, mas mancha e pode apresentar pontos de corrosão em ambiente com cloro. A chapa galvanizada é a solução econômica para o trecho de duto embutido, desde que o traçado seja estanque, mas perde a camada de zinco onde há condensação ácida constante. Os dutos de exaustão até a descarga devem ter juntas soldadas ou seladas, porque vazamento de gordura em forro é problema de incêndio e de sanidade ao mesmo tempo.

MaterialCusto relativoComportamento em serviçoOnde usar
Inox AISI 304Referência (índice 100)Boa resistência a desengraxante e limpeza diáriaCoifa aparente, calha de gordura e trechos de duto expostos
Inox AISI 430Cerca de 20% a 30% abaixo do 304Magnético, mancha e corrói com cloro e maresiaPainéis secos, fechamentos e áreas sem contato com produto agressivo
Chapa galvanizadaCerca de 2 a 3 vezes mais barata que o 304Sofre em condensação ácida e maresiaDuto embutido em shaft e trechos de insuflamento
Inox AISI 316Acima do 304Alta resistência a cloretos e maresiaLitoral, cozinha com salmoura e ambiente de higienização com cloro

Tratamento de fumos antes da descarga: filtro, lavador ou precipitador

O filtro inercial tipo labirinto instalado na coifa retém a fração grossa do aerossol de gordura e é obrigatório em qualquer instalação, mas não resolve fumo visível nem odor. Quando a descarga ocorre em pátio interno, fachada de shopping ou próximo a janelas de vizinhos, aparece a segunda etapa. O precipitador eletrostático é o caminho para fumos submicrônicos de char-broiler e fritura, com alta eficiência de retenção, custo de aquisição elevado e necessidade de lavagem periódica das células, sem a qual a eficiência despenca em poucas semanas. O lavador de ar por cortina d'água é alternativa robusta para cocção pesada e reduz temperatura e faísca no duto, ao custo de consumo de água, bomba e geração de efluente com gordura, que precisa de caixa separadora antes do lançamento na rede. Para odor residual, carvão ativado ou ozonização entram como polimento final, sempre depois da remoção de particulado, nunca antes.

  • Filtro inercial metálico: obrigatório, lavável, deve ser removível sem ferramenta.
  • Precipitador eletrostático: indicado quando a descarga é próxima de ocupação e há fumo visível.
  • Lavador por cortina d'água: reduz temperatura e risco de propagação de chama pelo duto.
  • Carvão ativado: só faz sentido como polimento de odor, com troca programada de leito.

Incêndio, conformidade sanitária e segurança do equipamento

O maior risco do sistema é a gordura acumulada no duto. Para evitá-la, a prática de projeto mantém a velocidade do ar no duto entre 8 e 12 m/s, faixa suficiente para manter as partículas em suspensão até a descarga; abaixo disso o material se deposita e forma combustível contínuo entre a coifa e a chaminé. A ABNT NBR 14518:2020 e a NFPA 96 exigem ainda portas de inspeção em intervalos regulares e em toda mudança de direção, para permitir limpeza integral. Cozinhas de shopping e grandes redes costumam ter exigência adicional de sistema de supressão a agente úmido sobre a linha de cocção, condição frequente de seguradora e do corpo de bombeiros estadual. Do lado do equipamento, o conjunto motoventilador está sob a NR-12: proteção fixa nas partes móveis, tela na sucção e descarga acessíveis, dispositivo de seccionamento junto ao motor e aterramento conforme a ABNT NBR 5410:2004 e a NR-10. A carga térmica remanescente na praça de cocção é o que determina a avaliação de calor pela NR-15 anexo 3.

Ruído e vibração: o que costuma travar a operação depois de instalada

Restaurante fechado por reclamação de vizinho quase nunca fecha por cheiro, fecha por ruído noturno. A ABNT NBR 10151:2019 estabelece os critérios de avaliação de ruído em áreas habitadas, e o limite noturno em área residencial é bastante restritivo. Um exaustor de 10.000 m³/h com descarga desprotegida em pátio interno passa desse limite com folga. As correções que funcionam são conhecidas: base com amortecedores de mola ou coxins, luva flexível entre o duto e o bocal do exaustor para não transmitir vibração à estrutura, atenuador acústico no trecho de descarga, e escolha de rotor operando próximo ao ponto de melhor rendimento em vez de rotação forçada. Vale especificar desde o orçamento um exaustor de cozinha silencioso, com rotor balanceado dinamicamente e nível de pressão sonora declarado a uma distância de referência, porque corrigir ruído depois da obra custa muito mais que prever atenuação no projeto. Inversor de frequência também ajuda: reduzir 10% da rotação derruba o ruído de forma perceptível e corta consumo de energia em proporção maior que a queda de vazão.

Manutenção, custo de operação e o que define o preço na cotação

O custo total de um sistema de exaustão de cozinha não está no equipamento, está na operação. Filtros da coifa são lavados diariamente ou em dias alternados; o rotor e a caixa do exaustor pedem limpeza trimestral; a rede de dutos precisa de limpeza técnica com periodicidade ligada ao regime de uso, indo de mensal em churrascaria e fritura contínua a semestral em cocção leve com poucas horas por dia, critério alinhado à NFPA 96. Ignorar essa rotina não só cria risco de incêndio como aumenta a perda de carga, faz o exaustor entregar menos vazão e devolve o problema de vapor no salão. No preço de aquisição, o que mais pesa é o material em contato com o ar sujo, a vazão e a pressão exigidas, o tipo de tratamento de fumos e o nível de acabamento da coifa. Para cotar com precisão, reúna os dados abaixo antes de abrir a solicitação.

  • Lista dos equipamentos de cocção sob a coifa, com potência e tipo de energia.
  • Dimensões da coifa pretendida e altura livre entre a borda e o piso.
  • Comprimento estimado do duto, número de curvas e ponto de descarga (fachada ou cobertura).
  • Material desejado na coifa e no duto: AISI 304, AISI 430 ou galvanizado.
  • Existência ou não de ar de reposição e de sistema de climatização no salão.
  • Exigência do corpo de bombeiros local, da administração do shopping ou da seguradora.
  • Horas diárias de operação e tipo de cocção predominante, para dimensionar o plano de limpeza.
  • Necessidade de laudo, ART e memorial de cálculo assinados por profissional habilitado.

O que só a Soluções Industriais entrega neste nicho

  • Faixas de vazão por metro linear de coifa segundo a classe de carga térmica da cocção, de 800 a 3.000 m³/h por metro.
  • Velocidade de captura na face da coifa entre 0,25 e 0,50 m/s como critério de aceitação em campo, medida com anemômetro.
  • Regra de ar de reposição equivalente a 80% a 85% da vazão exaurida, com depressão residual da cozinha limitada a cerca de 5 Pa.
  • Relação de custo entre AISI 304, AISI 430 e chapa galvanizada em coifa e duto, e quando cada uma se justifica.
  • Periodicidade de limpeza de duto por regime de uso, de mensal em churrascaria e fritura contínua a semestral em cocção leve.
  • Critérios de descarga em fachada e cobertura que evitam autuação por ruído e por odor em condomínio e shopping.
  • Checklist dos dados que o comprador precisa reunir antes de pedir orçamento de exaustão de cozinha profissional.

Perguntas frequentes

Qual vazão de exaustor preciso para uma cozinha de restaurante?

Depende do perímetro da coifa e do tipo de cocção, não da área da cozinha. Use o maior valor entre o método do perímetro, com velocidade de captura de 0,25 a 0,50 m/s, e o método por carga térmica da ASHRAE Standard 154, que vai de cerca de 800 m³/h por metro linear em cocção leve a 3.000 m³/h por metro em churrasqueira a lenha. Uma coifa de parede de 3 metros sobre fogão e chapa costuma ficar entre 3.300 e 5.100 m³/h.

Preciso de projeto assinado e ART para instalar exaustão de cozinha profissional?

Na maioria dos municípios sim, principalmente para aprovação no corpo de bombeiros e em empreendimentos como shoppings e praças de alimentação. O projeto deve seguir a ABNT NBR 14518:2020 e a instalação elétrica a ABNT NBR 5410:2004, com responsabilidade técnica registrada. Peça ao fornecedor memorial de cálculo de vazão e pressão estática junto com a proposta.

Posso descarregar o ar da cozinha na fachada em vez do telhado?

É possível em alguns casos, mas depende da distância de janelas, aberturas de ar exterior e do impacto de odor e ruído sobre vizinhos, avaliado pela ABNT NBR 10151:2019. Quando a descarga é próxima de ocupação, normalmente é exigido tratamento de fumos por precipitador eletrostático ou lavador antes do lançamento. A descarga vertical acima da cobertura é sempre a solução de menor risco de autuação.

De quanto em quanto tempo o duto precisa ser limpo?

A periodicidade acompanha o regime de uso, critério consolidado pela NFPA 96: cozinhas com fritura contínua, char-broiler ou churrasqueira pedem limpeza mensal; operação padrão de restaurante costuma exigir intervalo trimestral; cocção leve com poucas horas por dia aceita periodicidade semestral. Guarde os relatórios de limpeza, porque seguradora e fiscalização costumam exigi-los após qualquer sinistro.

Inox AISI 430 serve para coifa de cozinha industrial?

Serve em painéis e fechamentos de áreas secas, com economia de cerca de 20% a 30% em relação ao AISI 304. Não é a melhor escolha na calha de gordura, nas superfícies lavadas diariamente com desengraxante alcalino ou clorado e em cozinha de litoral, onde mancha e pode apresentar corrosão pontual. Nesses casos o AISI 304 é o padrão e o AISI 316 é indicado em ambiente com cloretos.

Por que o exaustor novo não está puxando o vapor como deveria?

As causas mais frequentes são falta de ar de reposição, que deixa a cozinha em depressão e derruba a vazão real, filtro inercial saturado, curvas em excesso na rede e altura de instalação da coifa acima do recomendado. Antes de trocar o equipamento, meça a diferença de pressão entre cozinha e salão e a velocidade na face aberta da coifa. Muitos casos se resolvem com insuflamento dedicado repondo de 80% a 85% do ar exaurido.

O exaustor precisa de proteções específicas por causa da NR-12?

Sim. O conjunto motoventilador tem partes móveis e exige proteção fixa ou tela nas aberturas de sucção e descarga acessíveis, dispositivo de seccionamento com bloqueio junto ao equipamento para manutenção segura e aterramento conforme a ABNT NBR 5410:2004 e a NR-10. Exija do fornecedor a documentação técnica e o manual de instalação com essas informações.

Vale a pena instalar inversor de frequência no exaustor?

Na maior parte das cozinhas com variação de carga ao longo do dia, sim. O inversor permite ajustar a vazão após o comissionamento sem trocar rotor ou motor, reduz o ruído em horários sensíveis e corta consumo de energia em proporção maior que a redução de rotação. É especialmente útil quando o balanço com o ar de reposição precisa de acerto fino depois da obra.

Solicitar orçamento gratuito

Para obter cotações comparativas de exaustor de cozinha industrial, informe a especificação técnica completa, o volume estimado, o prazo de entrega aceitável e a região. Em até 24 horas você recebe propostas alinhadas ao perfil técnico e comercial da sua operação. O serviço da Soluções Industriais é gratuito para o comprador e dá acesso direto a mais de 50 mil fornecedores cadastrados no marketplace, com possibilidade de comparar múltiplas opções em poucos cliques.

Página revisada pela equipe técnica de Climatização e Ventilação da Soluções Industriais. Última revisão: 22 de agosto de 2026. Conteúdo elaborado com base nas normas técnicas brasileiras vigentes e em referências de fabricantes homologados no marketplace.

Soluções Industriais — marketplace B2B ativo desde 2014, com mais de 50 mil fornecedores, 250 mil produtos e 3 milhões de negócios intermediados. Operado por DSW Soluções Digitais LTDA, CNPJ 14.777.835/0001-67.

Fontes técnicas citadas: ABNT NBR 14518:2020, ABNT NBR 16401-3:2008, ABNT NBR 5410:2004, ABNT NBR 10151:2019, ISO 5801:2017, NFPA 96, ASHRAE Standard 154, NR-10, NR-12, NR-15 anexo 3, RDC nº 216/2004 (Anvisa).