Parques Tecnológicos de Nove Estados Receberão Investimentos do MCTI e Finep

O investimento em parques tecnológicos, proveniente do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), será destinado a 17 projetos selecionados por meio de chamada pública. A maioria dos contemplados está localizada em estados do Norte do Brasil, evidenciando um esforço para descentralizar o desenvolvimento tecnológico.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) anunciaram um investimento de R$ 100 milhões para fomentar o crescimento de parques tecnológicos em nove estados brasileiros. A iniciativa busca fortalecer a inovação, criar oportunidades e reduzir desigualdades regionais, especialmente no Norte e Nordeste.
Detalhes do investimento
A chamada pública, lançada em outubro de 2024, selecionou 17 propostas de parques tecnológicos para receberem recursos não reembolsáveis do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).
Dessas, oito estão localizadas na região Norte, abrangendo estados como Amazonas (4), Tocantins (2), Amapá (1) e Rondônia (1). Os valores destinados a cada projeto variam entre R$ 4 milhões e R$ 15 milhões, conforme a necessidade e o potencial de impacto local.
A ministra Luciana Santos destacou a importância dessa ação para diminuir as assimetrias regionais e promover o desenvolvimento em todo o território nacional.
Além disso, o secretário Daniel Almeida Filho reforçou o compromisso do MCTI em direcionar mais de 30% dos recursos do FNDCT para as regiões Norte e Nordeste, visando atender às especificidades e demandas locais.
Espera-se que esse investimento resulte na geração de empregos, criação de novas empresas e ampliação da competitividade regional, consolidando os parques tecnológicos como pilares fundamentais para o avanço científico e tecnológico do Brasil.
Expansão da Inovação e Desenvolvimento Regional
Os parques tecnológicos são fundamentais para a criação de um ambiente favorável à inovação, promovendo a interação entre universidades, empresas e governos.
Com esse aporte financeiro, o objetivo é potencializar projetos que estimulem o avanço tecnológico e fortaleçam a competitividade regional.
Além da criação de novos empregos, os recursos permitirão a estruturação de centros de pesquisa e desenvolvimento, acelerando o surgimento de startups e ampliando o impacto da ciência no setor produtivo.
Fonte: Agência Gov



