Primeiro teste de sangue proposto para sÃndrome da fadiga crônica
Pesquisadores desenvolveram um teste de sangue com 96% de precisão para a sÃndrome da fadiga crônica, analisando mudanças epigenéticas em células imunológicas. Os principais desafios incluem a validação do teste em amostras maiores e a adaptação para uso clÃnico.
Pesquisadores do Reino Unido desenvolveram um teste de sangue que analisa mudanças epigenéticas em células imunológicas para diagnosticar a sÃndrome da fadiga crônica, também conhecida como encefalomielite miálgica. Essa condição debilitante afeta milhões de pessoas globalmente, mas carece de ferramentas diagnósticas confiáveis. A pesquisa foi publicada pelo Journal of Translational Medicine e comentada pela revista Nature.Â
Marcadores epigenéticos como biomarcadores
Cientistas do Reino Unido estão explorando o uso de marcadores epigenéticos como biomarcadores para a sÃndrome da fadiga crônica (SFC), também conhecida como encefalomielite miálgica.
Esses marcadores são mudanças quÃmicas no DNA que não alteram a sequência genética, mas podem influenciar a expressão gênica e estão associados a diversas condições de saúde.
Os pesquisadores desenvolveram um ensaio que analisa mudanças epigenéticas em células imunológicas do sangue, identificando assinaturas especÃficas para a SFC. Isso é significativo, pois a SFC é uma condição de difÃcil diagnóstico devido à falta de testes confiáveis.
A análise epigenética revela como o DNA é dobrado dentro das células mononucleares do sangue periférico, uma parte crucial do sistema imunológico.
Testes preliminares mostraram que o ensaio alcançou uma precisão de 96% ao diagnosticar a SFC em um grupo de 47 indivÃduos com a condição, em comparação com 61 participantes saudáveis.
Essa alta precisão sugere que os marcadores epigenéticos podem ser uma ferramenta valiosa para o diagnóstico clÃnico da SFC, ajudando a identificar a condição com mais rapidez e precisão.



