82% dos CEOs veem ganhos com bem-estar corporativo
Uma pesquisa da Wellhub indica que 82% dos CEOs alegam que iniciativas de bem-estar corporativo trazem retorno positivo, sendo fundamentais para a retenção de talentos e aumento da produtividade nas empresas.
A pesquisa da Wellhub revela que 82% dos CEOs observam um retorno positivo sobre o investimento em iniciativas de bem-estar corporativo. Essas ações, que visam melhorar a saúde e satisfação dos colaboradores, estão ganhando destaque nas estratégias empresariais, mostrando-se eficazes na retenção de talentos e aumento da produtividade.
Investimento estratégico em bem-estar
O conceito de bem-estar no ambiente corporativo evoluiu de um mero benefício para um investimento estratégico.
De acordo com o relatório “Return on Wellbeing 2025” da Wellhub, 82% dos CEOs relataram retornos positivos de seus programas de bem-estar, associando-os ao aumento da produtividade, redução do absenteísmo, retenção de talentos e diminuição dos custos com saúde.
Os dados revelam que, ao tratar o bem-estar como um ativo empresarial crítico, as organizações não apenas melhoram a saúde e o bem-estar dos funcionários, mas também fortalecem sua performance financeira.
Investir em programas de bem-estar eficazes pode resultar em um ambiente de trabalho mais engajado e produtivo, além de promover uma cultura organizacional positiva.
Além disso, líderes que participam ativamente desses programas são mais propensos a aumentar o financiamento, demonstrando que a experiência pessoal com o bem-estar motiva o investimento.
Isso destaca a oportunidade de estender os benefícios que os líderes experimentam pessoalmente para toda a força de trabalho, promovendo um ciclo virtuoso de bem-estar e desempenho organizacional.
Divisão de bem-estar executivo-colaborador
A divisão de bem-estar entre executivos e colaboradores é um dos principais desafios destacados no relatório da Wellhub.
Enquanto 93% dos CEOs relatam um excelente ou bom nível de bem-estar, apenas 63% dos colaboradores compartilham dessa percepção. Essa disparidade revela um “gap de percepção” significativo que precisa ser abordado.
Os líderes que participam ativamente de programas de bem-estar são mais propensos a aumentar o financiamento, demonstrando que suas experiências pessoais com o bem-estar impulsionam o investimento.
Isso ressalta a importância de os líderes estenderem os benefícios que vivenciam, como acesso a terapias, tempo para exercícios e práticas de mindfulness, para toda a força de trabalho.
Promover a igualdade no acesso ao bem-estar é essencial para reduzir essa divisão. A implementação de programas acessíveis e impactantes para todos os colaboradores não é apenas um imperativo moral, mas um investimento estratégico que pode gerar retornos significativos.



