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Sensor de fumaça

O sensor de fumaça é fundamental para prevenir devastações causadas por incêndios. O aparelho funciona a partir de um sistema central, que identifica o local do foco de fumaça ou fogo e emite um sinal de alerta aos ocupantes do ambiente, seja uma residência, empresa ou indústria. Conheça mais informações relevantes sobre o tema conferindo os tópicos abaixo!

  • O que é um sensor de fumaça?
  • Como funciona o sensor de fumaça?
  • Tipos de sensores de fumaça
  • O que considerar antes de comprar um sensor de fumaça?
  • A importância da instalação do sensor de fumaça
  • A importância da manutenção em sensores de fumaça
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O que é um sensor de fumaça?

O sensor de fumaça é um dispositivo de proteção contra incêndios muito usado em edifícios residenciais, empresariais, comerciais e industriais.

Também conhecido como detector de fumaça, o aparelho é composto por duas partes: um sensor e um alarme eletrônico, normalmente alimentados por eletricidade ou baterias. 

Sua principal função é identificar rapidamente focos iniciais de fumaça e fogo, além de alertar os ocupantes do ambiente sobre o risco, para que um plano de evacuação seja colocado em prática no momento correto.

Como funciona o sensor de fumaça?

O modo de funcionamento do detector de fumaça irá variar de acordo com seus sensores, que costumam ser iônicos ou ópticos (feixe de luz). 

Explicando cada um, o primeiro contém uma câmara com um pequena quantidade de amerício-241, um material radioativo inofensivo que emite partículas ionizantes, e placas metálicas energizadas com corrente contínua (CC). 

Quando a fumaça entra neste sensor, a circulação da carga elétrica é alterada ou interrompida, fazendo com que sinais de alerta sejam emitidos para indicar as pessoas sobre o perigo. 

Já o segundo modelo utiliza elementos ópticos, como feixes de luz, para detectar a possibilidade de que um incêndio ocorra.

Quando esse feixe é bloqueado por partículas de fumaça, o sensor de incêndio é ativado imediatamente, enviando um sinal para uma central de comandos e emitindo um alerta sonoro. 

Existem algumas versões de detectores que utilizam luzes especiais e vibrações adaptadas a pessoas com deficiência auditiva para fazer os avisos. 

É importante citar que alguns modelos do sensor de fumaça podem ser ligados a irrigadores no teto (sprinklers), que liberam jatos de água assim que o dispositivo entra em ação. 

Além disso, é comum encontrar outros itens de segurança, como a luminária de emergência, no mesmo ambiente que os sensores de incêndio. 

Tipos de sensores de fumaça

Existem três principais tipos de sensores de fumaça, que serão destacados nos subtópicos a seguir: 

Convencional

O sensor incêndio convencional usa seu sistema central para “dividir” o ambiente em que está instalado e, assim, identificar o cômodo ou setor onde o possível incêndio está acontecendo. 

Este modelo é indicado para espaços pequenos, como casas e apartamentos, onde se torna mais fácil visualizar o fogo após a emissão do alerta sonoro.

Endereçável 

O conjunto de detectores de fumaça endereçáveis é composto por sensores identificados por um número. 

Quando a fumaça ou fogo se aproxima de um desses aparelhos, a central de informações mostra exatamente onde o dispositivo que indicou o perigo está. 

Este detector de fumaça é recomendado para hospitais, hotéis e empresas, por exemplo, ambientes maiores onde seria mais difícil achar o foco de incêndio.

Inteligente

Como o nome sugere, esse sensor de fumaça é mais moderno e ideal para ambientes “inteligentes”. 

Seu sistema é conectado ao smartphone do proprietário e a assistentes de voz, o que geralmente é feito por um aplicativo dos próprios fabricantes dos produtos, como em um  detector linear de fumaça.

Quando o detector detecta o incêndio, uma notificação é enviada para o celular cadastrado, além de um alerta sonoro ser disparado, como acontece nos demais modelos.

O que considerar antes de comprar um sensor de fumaça?

Antes de comprar um sensor de fumaça, é preciso analisar as características do ambiente onde o sistema será instalado, o que pode incluir desde a checagem do tamanho até das atividades realizadas no local. 

Também é importante considerar o modo de funcionamento do dispositivo, ou seja, se ele será iônico ou óptico, bem como sua forma de abastecimento.

Ao optar por um sensor alimentado por correntes elétricas, por exemplo, é preciso garantir que existem fontes de energia espalhadas pelo local. Caso contrário, um aparelho que usa baterias pode ser mais útil.

Os recursos adicionais do detector de fumaça é outro fator que influencia diretamente na escolha, devendo o cliente observar se necessita de interconexão sem fio, luz noturna integrada ou monitoramento remoto.

A importância da instalação do sensor de fumaça

Sem um sensor de fumaça, as pessoas podem não perceber que existe a presença de fogo, especialmente durante a noite, quando todos estão dormindo. 

E, considerando que os incêndios costumam se espalhar e causar danos catastróficos em poucos minutos, não é exagero afirmar que o dispositivo ajuda a salvar vidas e bens.

Isso porque o detector de fumaça é o responsável por emitir sinais sonoros ou visuais de alerta em casos de pequenos focos, o que permite uma resposta rápida para o combate. 

No entanto, isso só é possível se a instalação seguir todas as orientações e normas do Corpo de Bombeiros local, além de ser feita por prestadores de serviço credenciados no serviço.

Esses profissionais são capazes de definir os pontos exatos que devem receber os dispositivos de sensor de incendio ou de fumaça, unindo as necessidades do ambiente às preferências do solicitante. 

A importância da manutenção em sensores de fumaça

Devido à sua importância para os ambientes, o sensor de fumaça precisa passar por manutenções preventivas, no mínimo, a cada três meses.

Quando o momento da inspeção chega, também é recomendado contratar uma empresa especializada, já que apenas técnicos com conhecimentos avançados conseguem identificar com precisão possíveis imperfeições no dispositivo.

Se as checagens não forem feitas no período adequado, o detector de fumaça pode deixar de cumprir sua função com eficácia, identificando os incêndios com atraso ou não emitindo o sinal sonoro quando as chamas já estiverem consumindo a área.

A falta da vistoria periódica também pode fazer com que o sensor dispare sem necessidade, o que compromete a sua confiabilidade. 

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Mas caso deseje mais informações sobre o assunto, leia o conteúdo que disponibilizamos para você no final da página!

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Sensor de fumaça

O sensor de fumaça detecta focos iniciais de fumaça e fogo, alertando os ocupantes de um espaço sobre a necessidade de evacuação. 

Ao identificar um risco de incêndio, o aparelho emite um sinal sonoro e, em alguns modelos, mostra exatamente onde a ocorrência se passa, a partir de um sistema central. 

Para fazer uma escolha assertiva do detector, deve-se buscar o auxílio de especialistas, que conseguem pontuar as reais necessidades do ambiente, além de indicar outros itens de segurança, como a luminária de emergência.

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